
Município cria o Programa de Atenção à Saúde do Autista
Conforme o texto do projeto, a ideia é autorizar que sejam firmadas parcerias com instituições de ensino de Cascavel para que acadêmicos das áreas de Nutrição,...
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Por CGN Redação

Foi divulgado no Diário Oficial desta quinta-feira (7) a Lei nº 7614, que institui o Programa de Atenção à Saúde do Autista no município de Cascavel. O projeto de lei foi havia sido aprovado por unanimidade pela Câmara Municipal.
Conforme o texto do projeto, a ideia é autorizar que sejam firmadas parcerias com instituições de ensino de Cascavel para que acadêmicos das áreas de Nutrição, Medicina, Enfermagem, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Psicologia, Educação Física, Terapia Ocupacional e outras áreas relacionadas realizem projetos na área de saúde voltados para pessoas autistas.
Os acadêmicos participantes do programa deverão ser supervisionados por professores de seus cursos e seguirão cronograma estipulado pela coordenação das Unidade de Saúde e da Clínica Escola do Transtorno do Espectro Autista – CETEA, recebendo horas-atividade conforme a participação.
A Clínica Escola do Transtorno do Espectro Autista (CETEA Juditha Paludo Zanuzzo) funciona em Cascavel há quatro anos e é a primeira instituição do Paraná a atender no mesmo espaço às especificidades clínicas e pedagógicas dos autistas.
A Clínica Escola promove a escolarização das pessoas com TEA para inclusão ou permanência na rede regular de ensino e atender integralmente às necessidades de saúde. Cerca de 500 crianças recebem atendimento na instituição, mas uma fila com pelo menos o mesmo número de estudantes aguarda diagnóstico e encaminhamento ao CETEA.
Transtorno do Espectro Autista
O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é uma condição que afeta a comunicação, o comportamento e as habilidades sociais, e o tratamento adequado envolve uma abordagem multidisciplinar que pode incluir psicólogos, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais e outros profissionais da área de saúde.
No entanto, o acesso a esses serviços muitas vezes é limitado, especialmente para famílias que moram em regiões afastadas ou que não têm recursos financeiros para pagar por serviços particulares. Isso pode levar a atrasos no diagnóstico e no tratamento, o que pode afetar negativamente a qualidade de vida dos pacientes e suas famílias.
Com assessoria da Câmara Municipal
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