
Indivíduo é condenado a 19 anos de prisão após estrangular e matar ex-namorada
A condenação foi decidida pelo Tribunal do Júri de Contagem, na Grande BH. Além de feminicídio, Luiz, 27, também foi considerado culpado por ocultação do cadáver...
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Por Diego Cavalcante

A Justiça de Minas Gerais condenou o engenheiro Luiz Gustavo Lopes Silva a 19 anos e seis meses de prisão pelo feminicídio da ex-namorada Monique Ferreira Costa. A jovem de 21 anos foi encontrada morta às margens da BR-040, na região de Ouro Preto em fevereiro de 2023.
A condenação foi decidida pelo Tribunal do Júri de Contagem, na Grande BH. Além de feminicídio, Luiz, 27, também foi considerado culpado por ocultação do cadáver e fraude processual.
Morte por estrangulamento
A denúncia do Ministério Público aponta que Monique foi agredida e morta por estrangulamento. O corpo dela foi encontrado debaixo do Viaduto das Almas, enrolado em um plástico bolha e um cobertor.
As apurações tiveram início depois que a mãe da jovem registrou o desaparecimento da filha na Divisão de Referência da Pessoa Desaparecida (DRPD), relatando que ela não era vista desde 13 de fevereiro de 2023.
Durante relato, a mulher apresentou plena convicção de que algo teria acontecido à filha, apontando ainda o namorado da jovem como principal suspeito pelo desaparecimento.
Nesse dia, o investigado acompanhou à mãe da vítima até a delegacia e afirmou não saber o que teria acontecido à então namorada.
Para a investigação, Luiz estava extorquindo a estudante, exigindo dinheiro para que ele pudesse pagar agiotas.
Na noite do assassinato, ele a buscou em uma clínica de estética no bairro Buritis, em Belo Horizonte. Eles foram para a casa de Monique, em Contagem, onde o crime teria ocorrido.
Nesse intervalo de tempo, Monique se comunicou com pessoas próximas, dizendo que iria a uma delegacia resolver um problema sério. Depois disso, a jovem desapareceu.
Suspeito é preso
No dia 25 de fevereiro, uma semana após o corpo de Monique ser encontrado, Luiz Gustavo foi preso no apartamento de Monique, no Bairro das Indústrias, em Contagem, retirando objetos do local.
Por esse motivo, ele foi levado em flagrante pelo crime de fraude processual, mas teve liberdade provisória concedida dois dias depois.
No entanto, no inquérito que investiga o feminicídio, a Polícia Civil pediu a manutenção da prisão do suspeito, concedida pela Justiça horas depois. Dessa forma, Luiz Gustavo seguiu preso até o julgamento nessa quinta-feira (22), em Contagem.
Fonte: Bhaz
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