
Morte em Pinhais: Mecânico confessa feminicídio e é preso em fuga
A arma utilizada no crime foi encontrada ao lado do corpo da vítima, um detalhe macabro que sublinha a violência do ato....
Publicado em
Por Redação CGN

Em um episódio sombrio, uma mulher foi brutalmente assassinada em sua própria residência, localizada na Rua Rio Jari, bairro Jardim Weissópolis em Pinhais (PR). A ocorrência, marcada pela violência doméstica, evoluiu para um trágico desfecho na última sexta-feira(9), quando a vítima encontrou a morte pelas mãos de seu agressor.
O autor do crime, um mecânico de profissão, não apenas confessou a autoria do feminicídio, como também foi capturado pela Polícia Militar do Paraná (PMPR) em uma operação realizada na cidade de Morretes. Durante a abordagem, na Rodovia PR 180, o homem encontrava-se em posse de seu veículo, agora apreendido pela autoridade policial na delegacia local.

A prisão representa um desfecho para a caçada policial que se seguiu ao crime. Contudo, o autor do feminicídio se manteve reticente quanto às motivações por trás de seu ato extremo, limitando-se a declarar que, após o crime, encontrava-se “sem rumo” e sem justificativa para sua fuga em direção ao litoral.
A arma utilizada no crime foi encontrada ao lado do corpo da vítima, um detalhe macabro que sublinha a violência do ato.
A prisão representa um desfecho para a caçada policial que se seguiu ao crime. Contudo, o autor do feminicídio se manteve reticente quanto às motivações por trás de seu ato extremo, limitando-se a declarar que, após o crime, encontrava-se “sem rumo” e sem justificativa para sua fuga em direção ao litoral. A arma utilizada no crime foi encontrada ao lado do corpo da vítima, um detalhe macabro que sublinha a violência do ato.
O Aspirante-a-Oficial Diogo dos Santos Andrade, Coordenador do Policiamento da Unidade (CPU) do 9° Batalhão de Polícia Militar, prestou declarações à imprensa, enfatizando a rápida resposta das forças de segurança na captura do autor. Ressalta-se que o criminoso foi detido com evidências incriminatórias, incluindo roupas e um celular manchados de sangue, elementos que corroboram a brutalidade do ato.
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