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Imagem referente a Homem tenta assassinar a ex para esconder estupro da enteada
Foto: TJSC

Homem tenta assassinar a ex para esconder estupro da enteada

O julgamento do caso de tentativa de feminicídio ocorreu no primeiro júri de 2024, na jurisdição de Pinhalzinho. A sessão durou cerca de 11 horas na...

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Por Redação CGN

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Um homem, se é que podemos chamar assim, foi sentenciado a 25 longos anos atrás das grades por tentar tirar a vida de sua ex-companheira, aplicando-lhe diversos cortes brutais com um facão. A vítima, após o ataque, precisou passar por uma cirurgia para receber uma prótese craniana. O motivo por trás da tentativa de assassinato? O covarde queria esconder outro crime hediondo: o estupro e a gravidez da filha da vítima. O terror se desenrolou na cidade de Pinhalzinho, no Oeste catarinense.

O julgamento do caso de tentativa de feminicídio ocorreu no primeiro júri de 2024, na jurisdição de Pinhalzinho. A sessão durou cerca de 11 horas na última sexta-feira (26). O réu recebeu a sentença de 25 anos, dois meses e 12 dias por tentativa de homicídio qualificado por motivo torpe, uso de meio que dificultou a defesa da vítima, crime cometido para garantir a ocultação de outro crime e feminicídio. Além disso, foi acrescentado à sua pena quatro meses de detenção por violar uma medida protetiva.

Segundo a acusação, o homem foi à residência da ex-companheira na madrugada de 14 de fevereiro de 2023 e desferiu vários golpes de facão na vítima, que por conta dos ferimentos, precisou de uma prótese craniana. A mulher estava grávida de sete meses do agressor. Os filhos da vítima, de 11, 13 e 18 anos, presenciaram o crime.

A agressão ocorreu porque a mulher testemunhou contra o réu em outro processo, no qual ele foi acusado de estuprar e engravidar uma de suas filhas. Por esse motivo, a família possuía uma medida protetiva. Depois de abusar da criança, o homem ainda a entregou ao irmão para que ele também cometesse o crime sexual. Neste caso, em outro processo, o padrasto foi condenado a 75 anos, um mês e 18 dias de reclusão. O irmão do acusado foi sentenciado a nove anos, sete meses e seis dias de reclusão.

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