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Imagem referente a Homem é condenado a 40 anos de prisão por matar companheira grávida com foice
Foto: Ilustrativa

Homem é condenado a 40 anos de prisão por matar companheira grávida com foice

Os crimes, ocorreram, no bairro Morro de Areia, em 11 de agosto do ano passado. De acordo com as investigações, o condenado, de 35 anos de...

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Por Silmara Santos

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Foto: Ilustrativa

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) obteve a condenação de um homem a 40 anos e cinco meses de reclusão, em regime fechado, pela morte da companheira, grávida à época dos fatos, em agosto de 2023, no Serro, na região central do estado. Segundo apurado, o crime foi cometido, na presença da mãe e da irmã da vítima, uma vez que o denunciado não aceitava o término da relação com ela. Além disso, foi sentenciado pela tentativa de homicídio de um homem com o qual supostamente a mulher poderia estar se relacionando.

Os crimes, ocorreram, no bairro Morro de Areia, em 11 de agosto do ano passado. De acordo com as investigações, o condenado, de 35 anos de idade, utilizou uma foice para golpear a mulher diversas vezes. A outra vítima, que tentou defendê-la, também foi alvo da tentativa dos golpes, porém conseguiu se desvencilhar e fugir. A mulher morreu no local.

Conforme o MPMG, tratou-se de feminicídio, pois o crime foi cometido contra mulher por razões da condição do sexo feminino, em um contexto de violência doméstica e familiar e de violência de gênero, já que o relacionamento entre eles ficou marcado por brigas e ciúmes do denunciado. Também ficou caracterizado o motivo fútil, uma vez que o crime se deu em razão do inconformismo do denunciado pelo término da relação, bem como pela insatisfação com o fato de que a mulher estaria se relacionando novamente com outro homem.

Ainda de acordo com a denúncia, o feminicídio foi praticado mediante recurso que dificultou a defesa da vítima e por meio cruel, já que o denunciado se valeu da foice para ferir, degolar e matar a mulher, em sucessivos e múltiplos golpes, causando intenso sofrimento a ela.

Ele já havia sido condenado por outro feminicídio cometido em 2011 e não poderá recorrer em liberdade.

Com informações MPMG

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