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Piratas atrapalham logística e piloto brasileira vai disputar Rally Dakar com carro emprestado

Filho de Reinaldo Varela, campeão do Rally Dakar e tricampeão mundial, Rodrigo contou com a ajuda do pai para conseguir um novo carro para competir no...

Publicado em

Por Agência Estado

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O piloto brasileiro Rodrigo Varela, campeão sul-americano de Rali Raid, teve de buscar alternativas para conseguir competir no Rally Dakar 2024 depois de descobrir que seu carro, um UTV Cam-Amhavia, não chegaria a tempo para a tempo para a disputa. Ele foi informado, enquanto passava o Natal com a família, que o navio cargueiro no qual estava o veículo teve de mudar de rota ao fugir de piratas houthis que estavam atacando embarcações no mar vermelho. A mudança do trajeto acrescentou mais 20 dias no tempo previsto para o desembarque.

Filho de Reinaldo Varela, campeão do Rally Dakar e tricampeão mundial, Rodrigo contou com a ajuda do pai para conseguir um novo carro para competir no que será sua estreia na tradicional corrida, ao lado do navegador Ênio Bozzano. A equipe, denominada Team Brazil, também tem técnicos brasileiros. Três mecânicos especializados serão chefiados por Reinaldo, com auxílio do filho mais novo, Bruno.

“Localizamos um Can-Am em Portugal, de um piloto que veio ao Brasil disputar o Sertões conosco. Mas precisamos fazer modificações e adaptações às pressas. Felizmente, deu certo e ele passou na vistoria do Dakar. Era o principal: vamos correr. Ainda não temos todas as peças que vamos precisar durante o Dakar, que é uma corrida longa e exige muita manutenção. Estamos contando com a ajuda das outras equipes.”

O ocorrido com o piloto brasileiro é parte de um problema que tem gerado repercussão no mundo todo. Os Estados Unidos pediram nesta quarta-feira, 3, que o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) tome medidas urgentes para impedir os ataques promovidos no Mar Vermelho pelos rebeldes houthis, grupo político-religioso protagonista da guerra civil do Iêmen, que se estende desde 2019. Os houthis também têm promovido ataques a Israel.

Os americanos também cobraram um posicionamento do Irã, que financia as atividades do grupo. Em uma reunião de emergência, o vice-embaixador dos EUA, Christopher Lu, afirmou que os Houthis realizaram mais de 20 ataques desde o dia 19 de novembro, com equipamentos e armas fornecidos pelo Irã. Um projeto de resolução elaborado pelos EUA e distribuído aos membros do Conselho de Segurança após a reunião condena e exige a suspensão imediata dos ataques dos houthis. Além disso, o documento propõe o reconhecimento do direito de qualquer país de defender navios comerciais e navais.

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