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Ponte Preta encaminha renovação com dupla e sofre derrota na Justiça de R$ 800 mil

Considerado um dos líderes do elenco, o meia Elvis, de 33 anos, está na Ponte Preta desde metade do segundo semestre de 2022. O camisa 10...

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Por Agência Estado

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Mesmo de férias da temporada, a semana da Ponte Preta foi agitada. Buscando manter peças de destaque de 2023, a diretoria encaminhou as renovações do meia Elvis e do atacante Pablo Dyego para o próximo ano. A dupla foi essencial tanto no título da A2 do Campeonato Paulista, quanto na permanência na Série B do Campeonato Brasileiro.

Considerado um dos líderes do elenco, o meia Elvis, de 33 anos, está na Ponte Preta desde metade do segundo semestre de 2022. O camisa 10 deve receber um aumento salarial, uma vez que vem sendo sondado por outras equipes, como Paysandu e Vila Nova. Elvis também deve herdar a faixa de capitão, uma vez que o zagueiro Fábio Sanches deixou o clube e assinou com o Botafogo-SP.

Já Pablo Dyego tem 29 anos e está desde o início da temporada no time campineiro. Ele chegou a ter uma lesão grave no início da Série B, o que o deixou fora dos gramados por quatro meses. Na sua volta, marcou dois gols na vitória sobre o CRB por 3 a 0, que decretou a permanência na segunda divisão nacional. Pablo Dyego também deve receber um aumento salarial.

Fora das quatro linhas, a Ponte Preta foi condenada pela Justiça a pagar mais de R$ 800 mil em ações de três atletas. A Justiça do Trabalho decretou que o time campineiro pagasse as dívidas com o lateral-direito Felipe Albuquerque e dos volantes Barreto e Neto Moura. A decisão não cabe recurso.

O lateral Felipe entrou com ação pelo não pagamento de direito de imagem, luvas, férias, FGTS e décimo terceiro. O valor é de R$ 215.548,12. A causa do volante Barreto é a mesma, com o acréscimo de reajuste salarial. O valor é de R$ 383.664,78. Enquanto o volante Neto Moura, à época emprestado pelo Mirassol, reivindica quatro meses de direito de imagem, 13º e FGTS, no montante de R$ 211.496,35.

O caso irá entrar como crédito no Plano Especial de Pagamento Trabalhista, acertado na Ponte Preta há três meses, em que a Justiça unificou os processos do clube. A instituição tem até seis anos para quitar as dívidas.

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