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Gio Ewbank: ‘A gente já sabe quem eram as bruxas: mulheres fortes, que enfrentavam a sociedade’

Escrita por Ana Pacheco e Maira Oliveira, A Magia de Aruna apresenta um Rio de Janeiro distópico e cinzento onde vive Mima (Jamilly Mariano), uma jovem...

Publicado em

Por Agência Estado

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Uma das boas surpresas na leva de produções para o público infanto-juvenil neste final de ano é A Magia de Aruna, série nacional que estreou no final de novembro no Disney+. Enquanto muitas produções tentam apenas cobrir um buraco no tempo das crianças e dos pré-adolescentes no final de ano, esta série estrelada por Jamilly Mariano, Cléo, Giovanna Ewbank e Erika Januza mostra que há um mundo de fantasia a ser contado no Brasil.

Escrita por Ana Pacheco e Maira Oliveira, A Magia de Aruna apresenta um Rio de Janeiro distópico e cinzento onde vive Mima (Jamilly Mariano), uma jovem que quer apenas ser uma garota comum. No entanto, a adolescente vive com um segredo: ela consegue experienciar os sentimentos alheios. Assim, com medo de assumir esse seu poder, ela acaba despertando três bruxas (Cleo, Giovanna e Erika) que tentam ajudar essa jovem.

Por meio dessa história, a série aborda assuntos importantes. Um deles é a ressignificação do que é uma bruxa. “Eu já tinha pensado em ser princesa da Disney. Mas bruxa, nunca”, diz Giovanna Ewbank ao Estadão. “De um tempo pra cá, a gente já sabe de verdade quem eram as bruxas: mulheres fortes, que enfrentavam a sociedade.”

“Como mulher, conseguimos nos conectar com esse lugar. Está na nossa história de outras vidas”, diz Cleo. “As mulheres são perseguidas até hoje. Já existe essa consciência entre nós, que é importante passar para as próximas gerações, sem a ideia de que a bruxa era má. Será a história verdadeira, tão importante para que a gente possa se fortalecer”, completa Giovanna.

De olho no clima

Além de toda essa história sobre as bruxas, outro assunto ronda A Magia de Aruna: a crise climática. A série se passa em um momento em que o mundo está sofrendo com tempestades solares e tudo está absolutamente desequilibrado na Terra. “É muito legal passar isso, através do lúdico, para uma nova geração, de maneira mais leve. O audiovisual tem essa missão”, explica Erika.

É, enfim, mais um capítulo do “cinema de gênero” no País, que mostrou avanços importantes neste ano – está nos cinemas, ainda, o ótimo filme de ação O Sequestro do Voo 375. A Magia de Aruna, assim, mostra que há oportunidades de novas histórias para um público além do adulto.

“A gente tem potencial, tem imaginação. O que falta é incentivo”, diz Cleo. “Você pode inserir temas relevantes, que precisam ser falados, por meio do entretenimento. É a melhor forma de absorver informação, não de um jeito enfadonho”.

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