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Imagem referente a Influencer que pedia para crianças se tocarem e gravarem vídeos sem roupas é preso pela Polícia Civil
Divulgação

Influencer que pedia para crianças se tocarem e gravarem vídeos sem roupas é preso pela Polícia Civil

As investigações começaram em agosto deste ano, quando a mãe de uma das vítimas denunciou à polícia sobre as conversas de teor sexual entre a filha...

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Por Diego Cavalcante

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Imagem referente a Influencer que pedia para crianças se tocarem e gravarem vídeos sem roupas é preso pela Polícia Civil
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A Polícia Civil (PC) prendeu, na última terça-feira (12), um influenciador digital de 19 anos por suspeita de aliciar uma criança de 10 anos. O rapaz foi detido na cidade de Capivari, interior de São Paulo. O órgão também apreendeu celular e o computador dele.

As investigações começaram em agosto deste ano, quando a mãe de uma das vítimas denunciou à polícia sobre as conversas de teor sexual entre a filha e uma pessoa, até então, desconhecida. O DDD do contato telefônico era o 19.

O suspeito que mora em São Paulo tem um canal nas redes sociais com mais de 12 mil seguidores em que pratica o ASMR (do inglês Autonomous Sensory Meridian Response, em tradução livre, resposta sensorial meridiana autônoma).

A delegada Cristiana Angelini, chefe da Divisão Especializada de Investigação aos Crimes Cibernéticos e Defesa do Consumidor, explica sobre a prática.

“O ASMR é um dos temas mais recorrentes na plataforma. Trata-se de uma modalidade de vídeos em que as pessoas falam sussurrando ou fazem barulhos, como por exemplo, as unhas batendo na mesa. O intuito é o relaxamento e a diminuição de ansiedade”, relata.

Como o suspeito aliciava crianças

Mas, durante as transmissões ao vivo, o influenciador aliciava crianças, principal público-alvo do canal. Ele também pedia para as vítimas se tocarem e gravarem vídeos sem roupas.

“Nessas lives, algumas crianças entravam em contato com ele, por meio do chat, e no privado, trocavam telefones”, contou Angelini.

O suspeito vai responder por estupro de vulnerável, além de armazenamento de pornografia infanto-juvenil e incitação de criança a praticar atos libidinosos. De acordo com a Polícia Civil, a investigação continua e há a possibilidade de existirem outras sete vítimas.

Diante do caso, a delegada faz o apelo para que os pais e responsáveis redobrem a atenção em relação às atividades de crianças e adolescentes na internet.

“É preciso manter essa fiscalização todos os dias, 24 horas por dia, como a mãe dessa vítima de 10 anos fez, ao verificar a tempo essa atrocidade acontecendo”, conclui.

Fonte: Bhaz

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