
Mãe é enganada por falsa prisão da filha em Curitiba
Segundo o relato da vítima, ela foi abordada por três homens, um deles teria se identificado como policial civil e solicitaram que ela parasse seu carro...
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Por Redação CGN

CGN Curitiba – Um caso incomum foi julgado no 11º Juizado Especial Criminal de Curitiba, presidido pela Juíza Flavia da Costa Viana. O episódio teve início quando a polícia militar atendeu a uma ocorrência de lesão corporal, desencadeando uma série de eventos peculiares.
Segundo o relato da vítima, ela foi abordada por três homens, um deles teria se identificado como policial civil e solicitaram que ela parasse seu carro. A vítima, ignorando a ordem, dirigiu-se a um bar no Largo da Ordem. Surpreendentemente, os homens a seguiram e convidaram-na para celebrar uma prisão importante. Neste contexto, um dos indivíduos, teria tomado posse do celular da vítima e de R$1.000,00, enviando mensagens à mãe dela, alegando que a filha havia sido detida.
O caso se complicou ainda mais quando um dos envolvidos teria tentado roubar o carro da vítima, e a agredido após ela resistir e retirar a chave da ignição. Os pertences da vítima não foram encontrados.
Durante a investigação, um dos acusados, negou os crimes, afirmando ter sido convidado pela vítima para beber. O outro acusado sustentou que a situação era uma brincadeira consentida pela vítima.
O Ministério Público, ao examinar o caso, declarou que não foram identificados atos que configuram a usurpação da função pública ou a prática de contravenção penal, interpretando o incidente como uma brincadeira. Assim, a juíza Flavia da Costa Viana, avaliando as evidências e considerando as peculiaridades do caso, decidiu pelo arquivamento.
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