Tentativa de furto a repórter de Globo vira pauta de adversários de Nunes à Prefeitura de SP

Indagada sobre a situação da segurança na cidade, a administração Nunes afirmou que “questionamentos a respeito das políticas de segurança pública devem ser encaminhados à Secretaria...

Publicado em

Por Agência Estado

Uma tentativa de furto a uma repórter da Rede Globo nesta sexta-feira, 8, virou tema entre os pré-candidatos à Prefeitura de São Paulo. Nas redes sociais, os pré-candidatos criticaram a falta de segurança na capital paulista, tentando associar esse fato à gestão do prefeito Ricardo Nunes (MDB). A Prefeitura, por sua vez, indicou que a segurança pública é responsabilidade do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos).

Indagada sobre a situação da segurança na cidade, a administração Nunes afirmou que “questionamentos a respeito das políticas de segurança pública devem ser encaminhados à Secretaria de Segurança Pública (SSP) do Estado de São Paulo”. O Estadão procurou a SSP, mas não recebeu resposta até a publicação desta reportagem. O espaço permanece disponível para qualquer manifestação.

Durante uma transmissão ao vivo, a jornalista Juliane Massaoka foi alvo de uma tentativa de furto. Ela estava na Avenida Paulista, no centro da capital, quando um homem em uma bicicleta tentou roubar seu celular. Após o incidente, o deputado e pré-candidato Guilherme Boulos (PSOL-SP) declarou, em um post no X (antigo Twitter), que “São Paulo está abandonada”.

Líder nas pesquisas de intenção de voto, Boulos foi acompanhado por outros candidatos, que aproveitaram o caso para criticar a gestão municipal. Nas redes sociais, a deputada Tabata Amaral (PSB) afirmou que “a falta de políticas públicas efetivas de segurança pública se reflete no medo que tem sido o sentimento de todo cidadão ao sair nas ruas de São Paulo”.

Já o deputado Kim Kataguiri (União Brasil) classificou como absurda a condição em que o centro de São Paulo se encontra. “Visando esse bandidos canalhas (sic) eu criei um pacote de tolerância zero com o crime. O pacote inclui desde redução da maioridade penal para 16 anos até internação compulsória para viciados em crack”, escreveu.

Segundo a Constituição, a responsabilidade pela segurança pública é do Estado, cabendo às polícias militares, subordinadas aos governadores, a preservação da ordem pública e a execução do policiamento ostensivo para prevenir crimes. O texto ainda prevê que os municípios têm a possibilidade de instituir guardas municipais voltadas para a proteção de seus patrimônios, serviços e instalações.

No caso de São Paulo, o prefeito Jânio Quadros criou a Guarda Civil Metropolitana (GCM) em 1986. Além de sua função como guarda patrimonial, a Lei nº 10.115/1986 estabelece que a GCM deve contribuir para a segurança pública.

Veja Mais

Whatsapp CGN 9.9969-4530 - Canal direto com nossa redação

Envie sua solicitação que uma equipe nossa irá atender você.


Participe do nosso grupo no Whatsapp

ou

Participe do nosso canal no Telegram

Sair da versão mobile
agora
Plantão CGN
X