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Imagem referente a Polícia Federal deflagra operação de combate a crimes financeiros Cascavel

Polícia Federal deflagra operação de combate a crimes financeiros Cascavel

Policiais Federais saíram às ruas para cumprir 2 mandados de busca e apreensão em Cascavel/PR, ambos expedidos pela 9ª Vara Federal de Curitiba/PR e em desfavor...

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Por Fábio Wronski

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Imagem referente a Polícia Federal deflagra operação de combate a crimes financeiros Cascavel

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta terça-feira (28/11) a Operação Engodo, contra suspeitos de operarem esquema ilegal de pirâmide financeira.

Policiais Federais saíram às ruas para cumprir 2 mandados de busca e apreensão em Cascavel/PR, ambos expedidos pela 9ª Vara Federal de Curitiba/PR e em desfavor dos controladores do “Clube de Investimentos Grupo Cvel/PR”. A Justiça também autorizou o bloqueio de três imóveis pertencentes aos investigados, além de veículos, contas bancárias e ativos financeiros.

As investigações, iniciadas em novembro de 2022, revelaram que, primeiramente, os investigados emitiram e ofereceram ao público valores mobiliários consistentes em contratos de investimento coletivo em nome do “Clube de Investimentos Grupo Cvel/PR”. Referido clube foi criado e usado para captar economias de investidores e, supostamente, operar na bolsa de valores com a promessa de retorno financeiro bem acima da média de mercado.

Restou demonstrado que o clube de investimentos aplicou somente parte dos valores arrecadados no mercado mobiliário e, ainda, que os recursos aplicados normalmente geravam prejuízos.

Uma das investigadas chegava a emitir para as vítimas documentos falsos como termos de adesão, notas de corretagens, demonstrativos de patrimônio do clube e declarações de rendimentos, inclusive com uso da marca do Banco Mercantil do Brasil, que negou relação com o clube.

Com o passar do tempo, e como é comum em esquemas semelhantes, os investigados não conseguiam mais honrar os compromissos assumidos perante os investidores.

A ação criminosa ocorreu entre 2018 e 2022 e quase uma centena de vítimas investidores registraram as fraudes em boletins de ocorrências e alegaram prejuízo da ordem de R$ 15.344.890,15. Estima-se, entretanto, que a captação dos recursos tenha superado os 38 milhões de reais.

Os envolvidos responderão por diversos crimes, dentre os quais operar instituição financeira sem autorização, induzir e manter investidor em erro, fraudar o investidor e apropriação e desvio.

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