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Imagem referente a Depen do Paraná participa do II Encontro de Diretores de Unidades Prisionais, em São Paulo

Depen do Paraná participa do II Encontro de Diretores de Unidades Prisionais, em São Paulo

O evento que é realizado nesta segunda e terça-feira (04 e 05/11), reúne 140 diretores de unidades prisionais dos 26 estados, além do Distrito Federal. ...

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Por Fábio Wronski

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O Departamento Penitenciário do Paraná (Depen) participa do II Encontro Nacional de Diretores de Unidades Prisionais, promovido pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio do Departamento Penitenciário Nacional. O evento, que acontece em São Paulo, segunda e terça-feira (04 e 05/11),  reúne 140 diretores de unidades prisionais dos 26 estados, além do Distrito Federal. Objetivo é o intercâmbio de boas práticas e o compartilhamento de informações.

Aberto pelo diretor-geral do Depen Nacional, Fabiano Bordignon, encontro tem como objetivo o intercâmbio de boas práticas e o compartilhamento de informações sobre o sistema penitenciário. “Reunir os dirigentes do sistema prisional é um desafio que o Depen tem conseguido realizar com a ajuda dos secretários de Estado de administração prisional. No próximo ano, teremos outros encontros que permitirão a participação de ainda mais servidores, buscando a troca de informações e experiências”, disse Bordignon. “O acompanhamento das rotinas diárias pelo diretor da unidade é fator determinante na retomada do controle das unidades.” afirmou.

Para o diretor-geral do Departamento Penitenciário do Paraná, Francisco Caricati, a atualização de procedimentos e padrões são necessárias e ocorrem por meio de trocas de experiência e conhecimento. “Incentivamos cada vez mais a participação dos nossos servidores em eventos como este, porque é assim que podemos melhoramos as condições de trabalho para os próprios agentes e para a custódia dos presos”, afirmou.

Do Paraná, participam do encontro os coordenadores regionais do Depen de Curitiba, Marcos de Paula; Maringá, Luciano Brito, e Francisco Beltrão, Marcos Andrade, além do diretor da Penitenciaria Estadual de Piraquara, Rogério Orem.

AO VIVO – No primeiro dia, o evento foi transmitido ao vivo para as escolas penitenciárias dos 26 Estados e do Distrito Federal, para maior propagação das informações apresentadas nos painéis e debates.

“O encontro é fundamental para a melhoria do sistema prisional. Estudos de casos bem sucedidos em outras localidades podem ser reaplicados no nosso estado”, afirmou o secretário de Administração Penitenciária de São Paulo, Nivaldo Restivo. “Como gestores, é essencial que conheçamos as boas práticas para focarmos na melhoria das ações e projetos desenvolvidos”, destacou o coordenador regional de Maringá, Luciano Brito.

“É um evento de grande valia, momento de trocar experiências e ouvir muitos relatos positivos do que está ocorrendo na área de execução penal no Brasil. O que é bom, nós absorvemos e tentamos levar às nossas unidades prisionais e às regionais como um todo”, afirmou o coordenador da regional de Francisco Beltrão, Antonio Marcos Camargo de Andrade.

O presidente da Federação das Associações de Proteção e Assistência aos Condenados (APACs), Valdeci Ferreira; o juiz auxiliar da presidência do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, Luiz Carlos Rezende e Santos, e o presidente voluntário do Conselho de Administração da Fraternidade Brasileira de Assistência aos Condenados (FBAC), Tomáz de Aquino Resende, falaram sobre a humanização do cárcere como caminho para a melhor custódia do preso.

REFERÊNCIA – O coordenador regional de Curitiba, Marcos Antônio de Paula, afirmou que o Paraná vem evoluindo ao longo dos últimos anos e hoje já é considerado referência em procedimentos táticos. “A troca de experiências é fundamental para que possamos enriquecer nosso know-how em gestão de rotinas administrativas e operacionais”, disse ele.

Ele ainda lembrou que o Depen do Paraná tem buscado oferecer aos servidores condições adequadas de trabalho. “A instituição também vem ofertando amplo acesso à políticas de tratamento penal humanizado, oportunidades de educação, profissionalização e remição de pena aos custodiados”, completou.

CAPACITAÇÃO – Nesta terça-feira, os participantes debatem a capacitação dos servidores, o controle prisional, a automação de portas de celas e novas tecnologias e o quociente emocional na formação do líder.

A educação e a empregabilidade do preso também serão discutidos em um dos painéis da tarde, após o agente da Polícia Federal, Leonardo Ferreira de Lira, apresentar o tema Problemas complexos não se resolvem com soluções simples.

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