
Mãe pede atitude da direção de escola municipal após filho ter sido agredido por colega
Esta não seria a primeira vez que o garoto teria sido agredido, por isto, pede que providências sejam tomadas para que o caso não venha a ocorrer novamente. ...
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Por Fábio Wronski

Na manhã desta quinta-feira (09), a CGN foi acionada até o Posto de Saúde do Bairro Santa Cruz para ouvir a reclamação de uma mãe, a qual estava esperando consulta para o filho, após ele ter sido agredido na Escola Maria Tereza Abreu de Figueiredo.
A mulher contou que o garotinho de sete anos levou diversos socos de um colega e teve lesões no rosto e em outras partes do corpo.
Diante do incidente, ela teria procurado a direção da escola para ver quais medidas estavam sendo tomadas, porém, recebeu a informação que o caso estava sendo resolvido de forma interna.
Esta não seria a primeira vez que o garoto teria sido agredido, por isto, pede que providências sejam tomadas para que o caso não venha a ocorrer novamente.
Ela estava revoltada, pois os pais da criança responsável pela agressão não tinham sido chamados à escola e a questão ficaria novamente esquecida.
Desta forma, resolveu dar visibilidade ao caso para que a Secretaria de Educação tome conhecimento do fato e tome medidas para auxiliar na questão.
A Secretaria Municipal de Educação encaminhou uma nota sobre o caso. Confira na íntegra:
Secretaria Municipal de Educação teve conhecimento, por meio da Escola Municipal Maria Tereza, do fato envolvendo um de seus alunos, no qual teria resultado uma lesão na região da face. Em suma, a unidade escolar esclareceu que tal fato ocorreu durante uma atividade com bola no parquinho, sendo que um dos colegas de classe na tentativa de pegar a bola acabou empurrando o aluno e nessa ocasião acabou desequilibrando e caindo com o rosto em um muro do parque. Diante da situação, houve imediata prestação de socorro e comunicação dos responsáveis legais acerca do ocorrido. Considerando que a unidade escolar registrou o fato por meio de Ata, prestou socorro e comunicou os envolvidos, a Secretaria Municipal de Educação, pelas apurações realizadas até o momento, está tratando do tema como uma intercorrência da própria atividade realizada. Porém, ouvirá a escola, principalmente para esclarecer pontos que divergem do relato da mãe. A Semed também entrou em contato com a mãe do aluno, colocando-se à disposição da família para esclarecimentos e encaminhamentos que se mostrarem necessários.
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