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Imagem referente a CRAM tem central de atendimento para mulheres vítimas de violência

CRAM tem central de atendimento para mulheres vítimas de violência

As vítimas de violência doméstica podem acessar diferentes canais para denúncias e busca de informações......

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Por Deyvid Alan

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Imagem referente a CRAM tem central de atendimento para mulheres vítimas de violência

Desde o início da recomendação para o isolamento social devido a pandemia de Coronavírus, os atendimentos a casos de violência contra à mulher, realizados pelo CRAM (Centro de Referência  de Atendimento à Mulher em Situação de Violência) tiveram continuidade com a disposição de números para denúncias, e atendimentos remotos, com atenção a mulheres já cadastradas pelo centro e novos casos. 

As vítimas de violência doméstica podem acessar diferentes canais para denúncias e busca de informações. De segunda a sexta-feira, diretamente no CRAM pelo número 0800-6438111, das 8h às 12 horas. Pelo aplicativo 190, Disque Denúncia 180, Delegacia da Mulher (45) 3521-3151, Polícia Civil (45) 3576-1400, Patrulha Maria da Penha 98401-6287 e Polícia Militar 190.

A verificação remota das mulheres cadastradas é realizada diariamente como ferramenta de prevenção. “Nós sabemos que a violência é um problema estrutural e coletivo, que não se iniciou na pandemia, mas pode ser agravado pelo isolamento. Estamos trabalhando de maneira intensificada, buscando contato com as mulheres referenciadas no CRAM, com o objetivo de reforçar os vínculos sociais e comunitários, orientar sobre a violência e sobre os cuidados com a COVID-19.”, confirmou Kiara de Moraes Heck, coordenadora do CRAM Foz do Iguaçu.

Hoje, 3.500 mulheres estão referenciadas no CRAM. A média de atendimentos presenciais pelo centro, é de 200 por mês, entre novos casos, prevenção e  acompanhamentos. Este número continua sendo mantido pelo serviço via telefone.

No ultimo mês foram registrados via CRAM, 150 atendimentos remotos (no horário reduzido das 8h às 12h). Para Kiara, isso reflete a afirmativa de que o isolamento pode ser uma consequência e não uma causa da violência. “A violência, precede a pandemia”, afirma.

Fonte: H2FOZ

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