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Prefeitura de Cascavel detalha primeiro caso de cachorro com raiva e ressalta preocupação

Este é o primeiro caso da história de Cascavel de um animal que foi diagnosticado com a doença...

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Por Fábio Wronski

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Prefeitura de Cascavel detalha primeiro caso de cachorro com raiva e ressalta preocupação

Na manhã desta sexta-feira (13), a Prefeitura de Cascavel convocou uma coletiva de imprensa para falar sobre a confirmação do primeiro caso de cachorro com raiva no município de Cascavel. O fato inédito traz grande preocupação às autoridades públicas e também aos diversos profissionais de medicina veterinária da cidade.

O caso está sendo acompanhado pela Secretaria de Saúde do Município de Cascavel, Secretaria de Meio Ambiente e também pela 10ª Regional de Saúde, além de outros órgãos estaduais.

O cão domiciliar, morador do Parque São Paulo, foi encaminhado pelos tutores a uma clínica veterinária particular de Cascavel onde foi realizada a eutanásia e realizadas as coletas de materiais. A morte se deu na segunda-feira (09) e, a partir da constatação do médico veterinário, a prefeitura foi informada e acompanhou o caso, que foi encaminhado ao LACEN.

Rubens Griep, da Secretaria de Estado da Saúde do Paraná, confirmou que os exames foram encaminhados pelo LACEN Paraná para um cachorro.

Acredita-se que o animal contaminado possa ter tido contato com algum morcego. Diante da contaminação do animal doméstico, todos os demais pets que tiveram contato com o cachorro e também às pessoas que estiveram próximas estão passando por exames.

O animal contaminado, conforme a secretaria municipal, havia sido vacinado contra a raiva, porém, mesmo assim, ao ter o contato com o morcego, acabou contraindo o virus e morrendo.

Além disto, um raio foi estabelecido na região onde vivia o animal para que todas as medidas cabíveis sejam tomadas.

Neste caso específico, o cachorro apresentou um comportamento de salivação extrema, com paralização dos músculos faciais, sem alimentação. Diante destes sintomas, a população deve estar atenta e procurar, caso apresentem esta característica, um profissional competente.

A doutora Roselane, chefe da divisão de vigilância de zoonoses e intoxicações da secretaria de estado da saúde, ressaltou que a situação da raiva canina no Paraná estava, até então, estava há décadas sem confirmações.

Conforme os relatos, desde 1987 não há registro de casos de raiva para humanos no Paraná e desde 2005 não há a circulação do vírus furioso (que é de cães para cães). Em 2019, ocorreu um caso de confirmação de raiva de morcego para um felino e em 2020 um cachorro também foi contaminado por morcego (nenhum dos casos de raiva furiosa).

A raiva canina, caso seja repassada para humanos, deixa sequelas graves, como é ressaltado pelos agentes de saúde pública. O caso mais grave do Brasil, que introduziu a grande campanha nacional, foi de um menino de Pernambuco que ficou de cadeira de rodas.

O cão domiciliar, morador do Parque São Paulo, que foi encaminhado a uma clínica veterinária particular de Cascavel onde foi realizada a eutanásia e realizadas as coletas de materiais. A morte se deu na segunda-feira (09) e, a partir da constatação do médico veterinário, a prefeitura foi informada e acompanhou o caso, que foi encaminhado ao LACEN.

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