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Imagem referente a PCPR cumpre 16 mandados de busca e apreensão contra grupo que fraudava licitação de medicamentos
Foto: PCPR

PCPR cumpre 16 mandados de busca e apreensão contra grupo que fraudava licitação de medicamentos

O cumprimento dos mandados acontece simultaneamente em Foz do Iguaçu, Francisco Beltrão, Realeza, Bom Sucesso do Sul e Pinhal do São Bento. A operação conta com...

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Por Diego Cavalcante

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Imagem referente a PCPR cumpre 16 mandados de busca e apreensão contra grupo que fraudava licitação de medicamentos
Foto: PCPR

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) está nas ruas, desde as primeiras horas da manhã desta terça-feira (12), para cumprir 16 mandados de busca e apreensão contra grupo criminoso responsável por fraudar licitação de medicamentos. As investigações tiveram início assim que Secretaria Estadual de Saúde (Sesa) percebeu irregularidades e acionou imediatamente a PCPR para que investigasse o caso.

O cumprimento dos mandados acontece simultaneamente em Foz do Iguaçu, Francisco Beltrão, Realeza, Bom Sucesso do Sul e Pinhal do São Bento. A operação conta com o apoio do Ministério Público do Paraná (MPPR) e Vigilância Sanitária.

De acordo com as investigações, a empresa fraudou uma licitação de 6 mil frascos de Imunoglobulina Humana, avaliados em R$ 10,6 milhões.

“A Secretaria de Estado da Saúde suspeitou da possível irregularidade na distribuição de medicamentos falsos pelo fornecedor. Acionamos de imediato a Polícia Civil, através de uma notícia-crime, que prontamente iniciou a apuração, em conjunto com a Vigilância Sanitária estadual. Pela Sesa, determinamos ainda a suspensão e o recolhimento da totalidade dos lotes nas Regionais de Saúde e hospitais que eventualmente tivessem o medicamento no seu estoque”, afirma o secretário da Sesa, Beto Preto.

A medicação é indicada para diversos tipos de tratamento como leucemia, doenças autoimunes e para pacientes recém transplantados.

“A empresa entregou medicamentos falsos identificados como Gamimune N 5%, sem registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, requisito que era obrigatório conforme constatava em edital”, afirma a delegada da PCPR Aline Manzatto.

A falsificação ficou evidenciada pelo fato de que a comercialização, distribuição e uso do produto foi proibida pela Resolução-RE nº 2.856, de 30 de agosto de 2022, do Ministério da Saúde/Agência Nacional de Vigilância Sanitária.

Ainda foi verificado que, a empresa estrangeira citada no rótulo do produto, não produz, distribui ou importa a medicação.

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