CGN
Acesse aqui o Discover e busque as mais lidas por mês!
Imagem referente a Mulher que matou marido afirma que era vítima de violência doméstica em Apucarana
Foto: TN Online

Mulher que matou marido afirma que era vítima de violência doméstica em Apucarana

Após ser ouvida pelo delegado, a mulher, que estava acompanhada de um advogado, foi liberada. O crime ocorreu na residência do casal, na Rua Tapuias, no Conjunto...

Publicado em

Por CGN Redação

Publicidade
Imagem referente a Mulher que matou marido afirma que era vítima de violência doméstica em Apucarana
Foto: TN Online

A mulher, de 41 anos, que matou Marcelo Ferreira da Luz, de 38, se apresentou na delegacia de Apucarana nesta terça-feira (5) e justificou a facada nas costas do marido alegando que ela era vítima de violência doméstica, segundo informou o delegado-chefe da 17ª Subdivisão Policial, Marcus Felipe da Rocha Rodrigues.

Após ser ouvida pelo delegado, a mulher, que estava acompanhada de um advogado, foi liberada. O crime ocorreu na residência do casal, na Rua Tapuias, no Conjunto Habitacional Sumatra, na manhã do último sábado (2). A morte de Marcelo foi confirmada por uma equipe de bombeiros. A autora da facada não foi encontrada no local após o assassinato.

Segundo o delegado, ela contou no interrogatório que se defendeu do esposo, que estaria com ciúmes após eles chegarem de uma balada. “Ela explicou que teria ido a uma balada com o companheiro e, por uma crise de ciúmes, ele já teria iniciado algumas ameaças do que faria com ela quando chegasse na residência”, disse Rodrigues.

A mulher disse ter sido vítima de violência doméstica em boa parte do relacionamento e que pegou uma faca que era guardada pelo próprio marido. “Quando chegaram na casa, ela alega que eles iniciaram uma discussão e que ele tentou a agredir. Ela falou que já vinha sendo vítima de violência doméstica durante o relacionamento e que naquele momento ela acabou pegando a faca”, contou o delegado.

Ainda de acordo com Rodrigues, a autora alega que não teve intenção de matar e que, logo após o golpe, saiu da casa e procurou ajuda com pessoas conhecidas dela. O delegado afirmou que as investigações continuam, mais pessoas devem ser ouvidas e a Polícia Civil aguarda os laudos da Polícia Científica.

Fonte: TN Online

Veja Mais

Whatsapp CGN 9.9969-4530 - Canal direto com nossa redação

Envie sua solicitação que uma equipe nossa irá atender você.


Participe do nosso grupo no Whatsapp

ou

Participe do nosso canal no Telegram

AVISO
agora
Plantão CGN