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Secretário diz não ter dúvida de que não devem faltar recursos para honrar faixa 1 do MCMV

“Eu não tenho dúvidas de que a gente terá recursos suficientes para honrar todas as contratações que a gente vai fazer”, disse Madureira, durante o Abecip...

Publicado em

Por Agência Estado

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O secretário de Habitação do Ministério da Integração, Hailton Madureira, afirmou nesta quinta-feira, 24, que não devem faltar recursos para a Faixa 1 do Minha Casa Minha Vida no ano que vem. Ele disse que o Orçamento de 2024, que o governo precisa enviar ao Congresso até o próximo dia 31, deve contemplar o programa com um volume suficiente de recursos, mas sem detalhar qual deve ser o orçamento.

“Eu não tenho dúvidas de que a gente terá recursos suficientes para honrar todas as contratações que a gente vai fazer”, disse Madureira, durante o Abecip Summit, promovido pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) nesta quinta-feira.

Neste ano, o orçamento para a Faixa 1 é de R$ 10 bilhões, sendo que a maior parte, ou R$ 8 bilhões, é para novas contratações, e o restante dos recursos é para concluir obras que estavam paradas.

Madureira afirmou que o governo tem a Faixa 1 do MCMV como prioridade, e que por isso deve destinar um volume relevante de recursos ao segmento, que historicamente foi afetado por cortes no orçamento. “O primeiro lançamento do governo Lula foi o MCMV, é prioridade.”

Bancos privados

O secretário de Habitação do Ministério da Integração disse que a pasta vê com bons olhos a possível entrada de bancos privados no financiamento à habitação popular, para ampliar um mercado que hoje é dominado pela Caixa Econômica Federal. “Acho que é muito saudável mais bancos privados entrarem nesse mercado”, comentou.

Segundo Madureira, o Ministério tem feito discussões neste sentido.

A vice-presidente de Habitação da Caixa, Inês Magalhães, foi no mesmo sentido, e afirmou que também é importante discutir o uso de outras fontes de recursos para o financiamento à habitação popular, para liberar recursos do FGTS.

“Esse é um desafio importante, de criar novas instituições financeiras e de atrair novas captações. Podemos atrair fundos verdes para financiar o retrofit, e não utilizar o FGTS para isso? É uma discussão importante”, disse ela.

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