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Imagem referente a Santa Catarina: Jovem acusado de massacre em creche é condenado a 329 anos de prisão
Foto: João Victor Araujo / Canal Ideal

Santa Catarina: Jovem acusado de massacre em creche é condenado a 329 anos de prisão

O réu recebeu uma pena de 329 anos de prisão, com o veredicto anunciado nesta quinta-feira (10). A possibilidade de apelação permanece em relação a esta...

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Por Diego Cavalcante

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Imagem referente a Santa Catarina: Jovem acusado de massacre em creche é condenado a 329 anos de prisão
Foto: João Victor Araujo / Canal Ideal

Após o veredito emitido pelo júri popular, o Tribunal de Justiça de Santa Catarina proferiu sentença contra o indivíduo acusado de ceifar a vida de três crianças e duas professoras em uma creche localizada em Saudades (SC). Os detalhes foram divulgados pela CNN.

O réu recebeu uma pena de 329 anos de prisão, com o veredicto anunciado nesta quinta-feira (10). A possibilidade de apelação permanece em relação a esta decisão sobre o ato ocorrido em maio de 2021. Além disso, foi determinado que o acusado deverá efetuar compensações financeiras às vítimas, compreendendo:

  • R$ 500 mil para cada família dos falecidos;
  • R$ 400 mil destinados aos familiares do bebê que foi socorrido a tempo e conseguiu se recuperar;
  • Adicionalmente, R$ 40 mil para cada uma das 14 pessoas que enfrentaram tentativas de homicídio.

A jurisdição de Pinhalzinho, onde o processo foi conduzido, conduziu a análise dos cinco homicídios consumados e das 14 tentativas de homicídio.

Recordando o Trágico Incidente

Em maio de 2021, o indivíduo, com idade de 18 anos na época, invadiu a Escola Infantil Pró-Infância Aquarela, localizada na região oeste de Santa Catarina, e, empunhando uma adaga – um tipo de arma branca – desferiu golpes fatais contra duas professoras e três bebês. Um menino, com menos de 2 anos, foi prontamente socorrido e conseguiu se recuperar.

Segundo a acusação, o homem tentou perpetrar mais atos violentos, porém foi detido por professoras que rapidamente perceberam o perigo iminente, trancando as portas e janelas das salas e impedindo sua entrada.

Logo após o ataque, o acusado foi detido por membros da comunidade local e posteriormente entregue às autoridades, tendo posteriormente confessado o crime à polícia. Desde então, o réu permanece detido preventivamente.

Fonte: CNN/OBemdito

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