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Commodities mais caras reduzem magnitude da deflação no atacado no IGP-DI de julho, diz FGV

O IGP-DI saiu de um recuo de 1,45% em junho para uma redução de 0,40% em julho. Com este resultado, o índice acumulou queda de 7,47% em 12 meses....

Publicado em

Por Agência Estado

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As altas de preços de grandes commodities reduziram a magnitude da deflação no atacado medida pelo Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) de julho, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta segunda-feira.

O IGP-DI saiu de um recuo de 1,45% em junho para uma redução de 0,40% em julho. Com este resultado, o índice acumulou queda de 7,47% em 12 meses.

Em julho de 2022, o índice tinha caído 0,38% e acumulava elevação de 9,13% em 12 meses.

“Nesta apuração, commodities de peso, que por inúmeros meses registraram queda em seus preços, apresentaram reversão desse processo e registraram aumentos, reduzindo o ritmo de queda do IPA e sua influência sobre o IGP. Estas commodities ficaram entre as maiores influências positivas do índice ao produtor, dentre as quais vale destacar: soja (de -3,61% para 3,82%), minério de ferro (de -2,19% para 1,95%) e bovinos (de -5,70% para 1,71%)”, enumerou André Braz, coordenador dos Índices de Preços do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV), em nota oficial.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA-DI) passou de uma redução de 2,13% em junho para um recuo de 0,61% em julho.

Na análise por estágios de processamento, o grupo Bens Finais passou de um recuo de 1,05% em junho para uma queda de 1,11% em julho, sob influência do subgrupo alimentos in natura, cuja variação saiu de -0,15% para -3,07%.

O grupo Bens Intermediários passou de -1,73% em junho para -0,60% em julho, tendo como principal responsável o subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, cuja taxa saiu de -5,28% para 1,24%.

O grupo das Matérias-Primas Brutas passou de queda de 3,71% em junho para recuo de 0,08% em julho. Contribuíram para este movimento os itens: soja em grão (de -3,61% para 3,82%), minério de ferro (de -2,19% para 1,95%) e bovinos (de -5,70% para 1,71%). Na direção oposta, os destaques foram os itens: mandioca/aipim (de -2,80% para -7,48%), cana-de-açúcar (de 0,97% para 0,06%) e café em grão (de -8,65% para -11,26%).

IPAs

Os preços dos produtos agropecuários no atacado caíram 0,88% em julho, depois de uma queda de 3,81% em junho, dentro do IGP-DI, informou a FGV. Já os produtos industriais recuaram 0,51% em julho, ante redução de 1,49% em junho.

Dentro do Índice de Preços por Atacado segundo Estágios de Processamento (IPA-EP), que permite visualizar a transmissão de preços ao longo da cadeia produtiva, os preços dos bens finais tiveram queda de 1,11% em julho, ante diminuição de 1,05% em junho. Os preços dos bens intermediários caíram 0,60% em julho, depois de recuarem 1,73% em junho. Os preços das matérias-primas brutas registraram redução de 0,08% em julho, após uma queda de 3,71% em junho.

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