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Imagem referente a Escultura da engenheira curitibana Enedina Alves Marques começa a ganhar forma
O artista plástico Rafael Sartori começou a dar forma à futura escultura em bronze da ilustre curitibana Enedina Alves Marques. Curitiba, 26/07/2023. Foto: Cido Marques

Escultura da engenheira curitibana Enedina Alves Marques começa a ganhar forma

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Por CGN

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Imagem referente a Escultura da engenheira curitibana Enedina Alves Marques começa a ganhar forma
O artista plástico Rafael Sartori começou a dar forma à futura escultura em bronze da ilustre curitibana Enedina Alves Marques. Curitiba, 26/07/2023. Foto: Cido Marques

O artista plástico Rafael Sartori começou a dar forma à futura escultura em bronze da ilustre curitibana Enedina Alves Marques, uma das personalidades mais emblemáticas da história da cidade e do país. Ela foi a primeira mulher diplomada em engenharia civil no Sul do Brasil, em 1945, pela Universidade Federal do Paraná, e também a primeira engenheira negra do país.

A escultura é uma homenagem da Prefeitura, em parceria com o Centro Universitário Internacional Uninter, e uma forma de marcar o nome de Enedina e seu legado no Patrimônio Histórico da cidade e do país. 

A obra começou a ser desenvolvida no Ateliê de Escultura do Memorial Paranista e, depois de pronta, será instalada na Rua XV de Novembro, próximo à Praça Osório, um dos pontos de maior circulação de moradores de Curitiba e turistas. A previsão é de que a escultura seja instalada no final deste ano ou início de 2024.         

Processo criativo

Para produzir a nova escultura, o processo é dividido em diversas fases, começando pela pesquisa. “Temos poucas referências dela (Enedina) em fotos de boa qualidade, então o trabalho levou bastante tempo. Acabamos optando em representá-la no período que ingressou na faculdade, que foi um grande marco na vida da engenheira”, esclarece o artista Rafael Sartori.

Depois de definida a forma escultura, chega a hora de colocar as mãos na massa literalmente para modelar toda a estrutura da obra em argila. “O rosto é um dos trabalhos de modelagem mais difíceis”, conta o escultor.

A escultura ainda passará por várias etapas de moldagem até ser finalizada em bronze. “Uma peça nasce e morre duas vezes durante esse processo. Primeiro, a forma de argila é destruída para criar o molde de silicone. Em seguida, a peça de cera, dentro do forno, passa por um processo de volatilização e desaparece”, relata o artista.

Pioneira

Enedina Alves Marques nasceu em Curitiba, em 13 de janeiro de 1913, filha de Paulo Marques e Virgília Alves Marques, que era lavadeira e empregada doméstica. Ela morreu no dia 20 de agosto de 1981.

Funcionária do Departamento Estadual de Águas e Energia Elétrica, Enedina trabalhou no Plano Hidrelétrico do Paraná e atuou no aproveitamento das águas dos rios Capivari, Cachoeira e Iguaçu, sendo uma das responsáveis pela construção da Usina Capivari-Cachoeira (atual Parigot de Souza), inaugurada em 1971 no município de Antonina, Litoral do Paraná.

Entre os vários feitos, trabalhou em outras obras como o Colégio Estadual do Paraná e a Casa do Estudante Universitário de Curitiba (CEU). 

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