
O buraco é mais embaixo – por Caio Gottlieb
Disse ele na ocasião que “se um país fizer um bom trabalho com testes e ‘shutdown’, então dentro de 6 a 10 semanas eles deverão ver...
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Por Caio Gottlieb

Um dos pais da era da informática, Bill Gates previu em meados de março, quando o bicho ainda não estava pegando tanto como agora, que a pandemia do novo coronavírus teria vida curta.
Disse ele na ocasião que “se um país fizer um bom trabalho com testes e ‘shutdown’, então dentro de 6 a 10 semanas eles deverão ver muito poucos casos e tudo será aberto de volta”.
Lógico que o mundo encheu-se de esperança e otimismo. Afinal, se o genial criador da Microsoft e de tantas outras maravilhas da tecnologia falou, tá falado.
De lá pra cá, porém, viu-se que ele tem muitos talentos, menos o dom da profecia.
Com ou sem parada total, com ou sem muitos testes, o fato é que o problema ainda vai perdurar por mais um bom tempo e o planeta terá que encontrar um meio de conviver com ele reduzindo ao mínimo possível seus danos econômicos e sociais, enquanto não surgem medicamentos eficazes e uma vacina salvadora.
Ou seja, pelo alcance e pela velocidade da propagação da doença em todos os continentes, faltou Bill Gates ter combinado com o vírus.
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