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Condições financeiras na América Latina se deterioraram, mas pior já passou, diz Fitch

“As principais variáveis a serem observadas incluem a reabertura dos mercados internacionais, o momento e a velocidade das reduções das taxas de juros e a magnitude...

Publicado em

Por Agência Estado

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A Fitch Ratings afirma que as condições financeiras e operacionais na América Latina para empresas não financeiras se deterioram no primeiro semestre de 2023, em meio à desaceleração do crescimento econômico e dificuldades no ambiente de financiamento. No entanto, o “pior já passou”, de acordo com a agência, que estima 90% das corporações com perspectivas de crédito estáveis.

“As principais variáveis a serem observadas incluem a reabertura dos mercados internacionais, o momento e a velocidade das reduções das taxas de juros e a magnitude e a resposta dos emissores à desaceleração econômica cíclica”, ressalta a instituição, em relatório divulgado nesta quarta-feira, 28.

A agência prevê que o desempenho da atividade na região permanecerá fraco, como resultado de gastos com consumo reprimidos e incertezas políticas. “Mercados externos não estão fornecendo alívio enquanto o preço das commodities cai”, acrescenta.

Segundo a Fitch, o fluxo de caixa das companhias latino-americanas foi pressionado pelo consumo enfraquecido, a desvalorização das commodities e a escalada dos juros, o que contribuiu para rebaixamento de ratings de crédito em vários setores.

Emissores brasileiras responderam pela maioria dos rebaixamentos, de acordo com a análise. “Uma taxa básica de juros de 13,75%, a relutância dos bancos em emprestar e o fechamento do mercado de capitais local após a divulgação das irregularidades contábeis da Americanas foram obstáculos difíceis de superar”, explica.

A Fitch não espera rebaixamentos sistemáticos para emissores cíclicos e vê riscos maiores para o setor petroquímico. Entre outros fatores, o desempenho setorial dependerá da posição da política monetária. “O cronograma permanece incerto, pois os bancos centrais estão relutantes em cortar as taxas de juros, apesar da pressão política e da queda da inflação por razões históricas”, destaca.

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