CGN
Acesse aqui o Discover e busque as mais lidas por mês!

FecomercioSP defende que reforma tributária não pode penalizar o setor de serviços

De acordo com a entidade, o “iminente aumento” de tributação no setor, pode ser prejudicial tanto para micro e pequenas empresas, quanto para “segmentos relevantes do...

Publicado em

Por Agência Estado

Publicidade

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) alertou, em nota, que o setor de serviços pode ser afetado negativamente pela proposta de Reforma Tributária, que será discutida pelo Congresso.

De acordo com a entidade, o “iminente aumento” de tributação no setor, pode ser prejudicial tanto para micro e pequenas empresas, quanto para “segmentos relevantes do setor”, resultando em demissões, fechamento de empresas e na “queda do desempenho econômico como um todo”.

Na tarde de quinta-feira, 22, o relator da reforma tributária na Câmara dos Deputados, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), apresentou o texto da proposta que será analisada. Entre outras medidas, a proposta prevê a criação de dois Impostos de Valor Agregado (IVAs), o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), que substituirá o ICMS dos Estados e o ISS dos municípios; e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), que irá unificar tributos federais, como PIS, Cofins e IPI.

“Do ponto de vista técnico, a ideia de estabelecer alíquotas diferenciadas para atividades específicas dos serviços, como saúde e educação, não é suficiente para minorar os efeitos nocivos da reforma”, afirma a FecomercioSP. “Se a ideia da PEC de prever uma tributação diferenciada tem como objetivo evitar o sufocamento do setor de serviços, esse tratamento deveria ser estendido para os demais segmentos que o integram a fim de que não acabem suportando a elevação da tributação, em detrimento de outros segmentos”, acrescentam.

A entidade também critica a possível criação de um órgão para administrar as arrecadações estadual e municipal sem a representação formal dos municípios.

No documento, a FecomercioSP diz que segue favorável a “uma reforma que avance em direção à simplificação, à modernização e à desburocratização do sistema tributário brasileiro”, argumentando que a legislação atual “penaliza o empresariado e prejudica o ambiente de negócios nacional”.

Para a entidade, uma reforma tributária deveria respeitar três pilares: a redução ou manutenção da carga tributária setorial; a simplificação do sistema tributário, com adoção de legislação nacional do ICMS e do ISS, tributação no destino, cadastro e nota fiscal unificados, eliminação de obrigações acessórias em duplicidade e extinção das multas abusivas e desproporcionais e, por fim, a segurança jurídica, com a manutenção das terminologias já adotadas.

Veja Mais

Whatsapp CGN 9.9969-4530 - Canal direto com nossa redação

Envie sua solicitação que uma equipe nossa irá atender você.


Participe do nosso grupo no Whatsapp

ou

Participe do nosso canal no Telegram

AVISO
agora
Plantão CGN