
“Meu irmão estava trabalhando e foi morto covardemente”
Irmã de Vilson Domingos Mateus, de 50 anos, conversou com a CGN afirmando que confusão iniciou após cachorro do atirador passar por cima do trabalho da vítima ...
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Por Fábio Wronski

Na manhã desta quarta-feira (21), a equipe da CGN conversou com a senhora Zilda Domingues Mateus, irmã do homem que foi assassinado ontem, terça-feira (20), no Bairro Coqueiral.
Vilson Domingos Mateus, de 50 anos, trabalhava em uma obra quando se envolveu em uma confusão e foi baleado.
Ele faleceu por volta as 16h20 no Hospital Universitário do Oeste do Paraná, para onde foi levado às pressas pelo Siate ao ser resgatado com pelo menos cinco ferimentos causados por arma de fogo.
O atirador foi preso em flagrante. Trata-se de um vigilante que havia tido a atenção cobrada pelo pedreiro por ter pisoteado no cimento fresco da calçada, em uma construção no Bairro Coqueiral.
Zilda afirmou que o irmão foi morto quando estava fazendo uma calçada e o cachorro do atirador teria passado por cima do concreto. A vítima teria pedido para que o homem prendesse o animal, quando a discussão se acalorou. Após isto, o acusado foi para casa, buscou a arma e atirou cinco vezes contra Vilson, que morreu no hospital.
A irmã relata que a vítima era uma pessoa trabalhadora e agora deixa duas filhas no mundo por causa de uma ‘bobeira’
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