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SEMED fala sobre caso de criança que ficou horas com “todas as necessidades” nas roupas

Criança fica horas com “todas as necessidades” nas roupas ao professora negar ida ao banheiro O fato ocorreu na última segunda-feira (12) e a questão veio à...

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Por Fábio Wronski

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SEMED fala sobre caso de criança que ficou horas com “todas as necessidades” nas roupas

Na manhã desta quarta-feira (14), a Secretaria Municipal de Educação de Cascavel recebeu a CGN para falar sobre o caso do estudante da Escola Municipal Professora Kelly Christina Correa Trukane, o qual foi impedido de ir no banheiro e ficou horas com “todas as necessidades” nas roupas.

O fato ocorreu na última segunda-feira (12) e a questão veio à tona, após a CGN divulgar a indignação da mãe, a qual foi informada pela avó, que ao reencontrar a criança na saída de uma escola, percebeu que ela havia defecado e urinado nas calças.

O menino teria relatado aos familiares que estava sujo, por mais de duas horas, pois teve o acesso ao banheiro negado pela professora.

O caso tomou grande repercussão, já que muitos pais não sabem exatamente o que ocorre dentro das instituições de ensino e não querem que os filhos passem por nada parecido.

Inicialmente, a SEMED havia respondido a questão através de nota, porém, hoje pela manhã a diretora do Departamento Pedagógico, Rosane Brandalise Correa, conversou com a reportagem, dando maiores detalhes sobre a averiguação da ocorrência e quais medidas serão tomadas.

Rosane relatou que ontem, terça-feira (13), foi conversado com os pais do aluno, também a professora e demais educadores que tiveram contato com o estudante para que todos os pontos fossem levantados.

A professora responsável pelo garoto relatou à SEMED que não teria percebido que o aluno fez as necessidades nas calças e apenas notou o odor na sala de aula, mas não desconfiou que poderia ser de algum estudante que tivesse defecado na roupa.

O aluno também foi ouvido e contou quanto tempo teria ficado sem poder ir no banheiro, sujo com as próprias fezes. A Diretora do Departamento detalhou que também irá investigar os detalhes sobre o relato do menino.

Finalizando, Rosane Brandalise Correa destacou que não há protocolo para esta questão, que é considerada atípica e não deveria ocorrer, mas infelizmente saiu do cotidiano.

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