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Diesel e commodities mais baratos aprofundam deflação no atacado no IGP-DI de maio, diz FGV

O IGP-DI saiu de uma redução de 1,01% em abril para um recuo de 2,33% em maio. Com este resultado, o índice acumulou queda de 5,49%...

Publicado em

Por Agência Estado

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As quedas de preços no óleo diesel (-14,82%) e de grandes commodities, como o minério de ferro (-11,89%), aprofundaram a deflação no atacado medida pelo Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) de maio, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta terça-feira.

O IGP-DI saiu de uma redução de 1,01% em abril para um recuo de 2,33% em maio. Com este resultado, o índice acumulou queda de 5,49% em 12 meses. Em maio de 2022, o índice tinha subido 0,69% e acumulava elevação de 10,56% em 12 meses.

“A queda dos preços do diesel (de -3,85% para -14,82%) e de grandes commodities, especialmente do minério de ferro (de -7,94% para -11,89%) e do milho (de -8,06% para -16,85%), explicam o aprofundamento da deflação ao produtor. No âmbito do consumidor, as maiores contribuições para a desaceleração do índice partiram de passagens aéreas (de -3,67% para -17,91%) e gasolina (de -0,38% para -1,97%). Na construção civil, a aceleração foi conduzida por acordos coletivos que justificam o acréscimo registrado pela mão-de-obra, cuja variação foi de 1,22% em maio”, afirmou André Braz, coordenador dos Índices de Preços do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV), em nota oficial.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA-DI) passou de uma redução de 1,56% em abril para um recuo de 3,37% em maio.

Na análise por estágios de processamento, o grupo Bens Finais arrefeceu de 0,77% em abril para -0,71% em maio, tendo como principal responsável o item combustíveis para o consumo, cuja taxa passou de 0,40% para -6,60%.

O grupo Bens Intermediários caiu de -0,89% em abril para -3,24% em maio, puxado pelo subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, cuja taxa passou de -2,85% para -12,28%.

O grupo das Matérias-Primas Brutas recuou de -4,45% em abril para -6,11% em maio, com contribuição dos itens: milho em grão (de -8,06% para -16,85%), bovinos (de 1,84% para -5,25%) e minério de ferro (de -7,94% para -11,89%). Em sentido oposto, as taxas foram mais elevadas na soja em grão (de -9,89% para -7,71%), aves (de -1,10% para 0,08%) e leite in natura (de 2,55% para 3,43%).

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