
Diretora de Vigilância em Saúde de Cascavel dá detalhes sobre casos de dengue em Cascavel
Hoje foi confirmado o segundo caso fatal para dengue na Capital do Oeste.... ...
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Por Fábio Wronski
A Diretora de Vigilância em Saúde, Beatriz Tambosi, repassou nesta tarde de terça-feira (07), algumas informações sobre a situação da dengue em Cascavel.
Hoje, a Prefeitura confirmou que a mulher de 60 anos que havia morrido na UPA Brasília, na tarde de domingo (05), é a segunda vítima fatal de dengue na Capital do Oeste.
A vítima, Irene Mendes de Moraes deu entrada na UPA por meios próprios no dia 04 de abril, relatando que o início dos sintomas de dengue com sinais alarme começou no dia 31 de março.
Dessa forma, já foi inciado o protocolo de atendimento para dengue, qual foi confirmado por exames. A mulher, que também tinha problemas hipertensão e diabetes, faleceu ainda na UPA, quando era solicitada a transferência para o Hospital do Coração.
BOLETIM
Além das mortes, os números do novo Boletim Epidemiológico da Sesau (Secretaria Municipal de Saúde) são preocupantes. Do período de julho de 2019 até esta terça-feira (07), Cascavel registrou 1.396 casos positivos de dengue. Até semana passada, eram 1.142, ou seja, um aumento de 22%. Além disso, outros 2.314 casos estão em análise por serem considerados suspeitos e 1.211 foram descartados. Ao todo, são quase 5 mil notificações em todo o Município.
CALL CENTER – SINTOMAS DE DENGUE
O Call Center 3096-9090 conta com a opção número 3, destinado para orientações em relação aos sintomas da dengue. As queixas para a doença são: dor de cabeça, dor atrás dos olhos, dor nas articulações, febre, manchas e coceira na pele, náuseas e dor abdominal. Os casos são notificados e, se necessário, encaminhados a uma unidade de saúde. Como posso ajudar? Somente uma mobilização da comunidade é o que fará a diferença nessa guerra contra o mosquito. Não deixe acumular água parada, até mesmo água suja. Dentre os locais que precisam ser vistoriados pela população estão: edícula, tonéis com captação de água da chuva, aquários sem bomba de oxigenação, pratos de vasos de plantas, bandejas das geladeiras, bebedouro de animais, tanque de roupas que ficam com água empossada no fundo, coletor de água da saída do ar-condicionado, lixeiro sem tampa e sem furo embaixo, piscinas de plástico, cisternas, caixas de gorduras e plantas aquáticas, pequenos objetos nos quintais; como tampas de garrafas, copos plásticos e brinquedos infantis. A destinação de pneus também é outro problema. A recomendação é deixá-los em uma área coberta ou então encaminhar para uma borracharia que se responsabilize. Até mesmo gotículas de água numa tampinha de plástico já são suficientes para se transformar no criadouro do mosquito.
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