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Imagem referente a Mulher é condenada a 10 anos de reclusão após matar homem com facada no pescoço em Balneário

Mulher é condenada a 10 anos de reclusão após matar homem com facada no pescoço em Balneário

Eram por volta de cinco horas da manhã de 11 de fevereiro de 2017 quando Gabriella Helena Begalli de Paula conversava com a vítima, Marlos Santos...

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Por Silmara Santos

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Imagem referente a Mulher é condenada a 10 anos de reclusão após matar homem com facada no pescoço em Balneário

Uma mulher foi condenada a 10 anos de reclusão por homicídio em Balneário Camboriú. O Conselho de Sentença do Tribunal do Júri, na tarde da última quinta-feira (25), acolheu a tese do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) e reconheceu a materialidade do crime.

Eram por volta de cinco horas da manhã de 11 de fevereiro de 2017 quando Gabriella Helena Begalli de Paula conversava com a vítima, Marlos Santos Araújo, no veículo dele, estacionado em uma rua central de Balneário Camboriú. Houve uma discussão e ela o acertou com uma facada no pescoço, provocando-lhe a morte.

Depois de matar a vítima, Gabriella empurrou o corpo de Marlos para fora do veículo e fugiu. O Promotor de Justiça Luis Eduardo Couto de Oliveira Souto, que representou o MPSC no Tribunal do Júri, sustentou que o crime foi premeditado.

De acordo com o laudo pericial das mensagens que estavam no aparelho celular da ré, ela fez uma pesquisa em sites de busca sobre remédios que fizessem dormir ou inibissem a capacidade da vítima.

Também consta nos autos que, cinco dias antes de cometer o crime – em seis de fevereiro de 2017 -, Gabriella ofereceu dinheiro a um homem, por meio de mensagens, para ajudá-la a matar Marlos, dizendo que iria ser fácil, que ela estaria junto e diria o local onde estaria com a vítima. O homem não aceitou o pedido.

Mais tarde, três dias antes de concretizar o plano, ela ainda teria tentado convencer uma amiga, oferecendo-lhe R$ 1 mil para sair com ela e a vítima. As duas travaram um diálogo no qual a ré detalhou os planos. “Aí ficamos com ele, ele vai dormir, e tu ajuda eu por ele no carro” (sic). A amiga achou a conversa estranha e não aceitou.

No dia 11 de fevereiro de 2017, então, Grabiella executou o plano sozinha.

O regime inicial de cumprimento da pena é fechado, e o Juízo concedeu o direito de a ré recorrer em liberdade por ter respondido a todo o processo solta e não preencher os requisitos de prisão preventiva, além do fato de a pena não ser superior a 15 anos.

Fonte: Coordenadoria de Comunicação Social do MPSC – Correspondente Regional em Itajaí

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