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Dólar cai com exterior melhor, sinais de Selic estável e espera de atuações do BC

A desaceleração de casos de coronavírus na Europa ajuda no humor global e também por aqui. De todo modo, o quadro interno da covid-19 nos EUA...

Publicado em

Por Agência Estado

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O dólar opera em baixa nesta segunda-feira, 6, após bater no pico histórico de R$ 5,3270 à vista na sexta-feira, diante da leitura de que o BC pode fazer atuações mais fortes com vendas de reservas, quando a divisa descolar do sinal externo. Além disso, traz alívio a possibilidade de manutenção do atual diferencial de juros interno e externo, após sinais no sábado do presidente do BC, Roberto Campos Neto, para a manutenção da Selic em maio, num momento em que o mercado espera corte, o que traz ainda pressão aos juros de curto prazo.

A desaceleração de casos de coronavírus na Europa ajuda no humor global e também por aqui. De todo modo, o quadro interno da covid-19 nos EUA e no Brasil fica no radar, uma vez que a perspectiva é de que a doença pode ter seu pico nesses países nas próximas semanas.

Também no sábado, após o Banco Central ter anunciado a liberação de R$ 1,2 trilhão para as instituições financeiras nas últimas semanas, o ministro da Economia, Paulo Guedes, admitiu que os recursos estão “empoçados no sistema financeiro”. Para contornar o problema, conforme Guedes, o governo está trabalhando para que o dinheiro chegue diretamente a quem precisa: famílias e empresas. “Começamos agora a dar dinheiro na veia, direto para as empresas”, afirmou o ministro.

A pesquisa Focus trouxe nesta segunda revisão para baixo para PIB, Selic e IPCA deste ano. As estimativas do mercado para o PIB passaram de -0,48% para -1,18%; para Selic de3,50% para 3,25% ao ano; para IPCA, de 2,94% para 2,72%.

O Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) subiu 1,64% em março, de avanço de 0,01% em fevereiro. O resultado do indicador ficou dentro do intervalo das previsões (+0,67% a 1,84%), mas acima da mediana de 1,34%, de acordo com pesquisa do Projeções Broadcast.

Já a Anfavea informou que as montadoras tiveram, em março, o menor volume de produção para o mês em 16 anos, afetadas pelas paralisações que ocorreram por causa do novo coronavírus. Foram 190 mil unidades produzidas. No caso das vendas de veículos novos houve queda de 21,8% em março ante igual mês do ano passado. Foram 163,6 mil unidades vendidas, em conta que considera os segmentos de automóveis, comerciais, caminhões e ônibus. Em relação a fevereiro, o volume apresenta queda de 18,6%. No primeiro trimestre, o mercado atingiu 558,1 mil unidades, recuo de 8% na comparação a igual intervalo de 2019.

Às 9h38, o dólar à vista caía 01,16%, a R$ 5,2652. O dólar maio recuava 1,60%, a R$ 5,2735.

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