
Casa Civil do Paraná mantém três contratos de aluguel de veículos custando ao público R$ 239.792,33 por mês
A Casa Civil é fundamental para a administração do governo estadual, servindo como assessoramento direto ao Governador e se situando no primeiro nível hierárquico da administração....
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Por Redação CGN

Curitiba – A Casa Civil do Estado do Paraná, chefiada por João Carlos Ortega, mantém três contratos de aluguel de carros que somam um custo mensal de R$ 239.792,33, de acordo com os dados obtidos através do Portal da Transparência. As informações levantam perguntas sobre o uso eficiente dos recursos públicos, principalmente quando relacionados à frota de 55 veículos alugados.
A Casa Civil é fundamental para a administração do governo estadual, servindo como assessoramento direto ao Governador e se situando no primeiro nível hierárquico da administração. Porém, os valores pagos mensalmente em contratos de aluguel de veículos chamam a atenção.
Um dos contratos é com a Cotrans, empresa que já é a principal credora das verbas de ressarcimento dos deputados da Assembleia Legislativa do Paraná. A Cotrans recebeu R$ 671.979,99 em 2022 e já recebeu R$ 112.605,00 em 2023 de alguns deputados paranaenses. Porém, seu contrato com a Casa Civil estabelece o pagamento mensal de R$ 111.505,50, o que garante à administração pública o uso de 15 veículos, sendo 5 SUVs e 10 veículos sedans.

O segundo contrato é com a AMB Transporte, que disponibiliza à Casa Civil 20 veículos sedans por um valor mensal de R$ 80.170,83. O terceiro contrato, por sua vez, é com a CS Brasil Frotas, pelo qual a Casa Civil paga R$ 48.116,00 mensais e tem direito a 14 veículos sedans e 6 SUVs.

No total, a Casa Civil aluga 55 veículos ao custo mensal de R$ 239.792,33, conforme os dados do portal da transparência. A questão é se todos esses veículos são necessários para o funcionamento eficiente do órgão e se o valor pago por eles representa um bom uso do dinheiro público.

A CGN tentou entrar em contato com a Casa Civil para obter mais informações sobre o uso desses veículos e a justificativa para a manutenção de três contratos simultâneos de aluguel de carros, mas até o momento não conseguiu estabelecer essa comunicação. O espaço permanece aberto para que o governo possa esclarecer estas questões e justificar esses gastos.
Essa situação ressalta a importância da transparência no uso dos recursos públicos e a necessidade de responsabilidade fiscal por parte dos governantes. Os cidadãos têm o direito de entender como o dinheiro público é gasto e os órgãos governamentais têm o dever de fornecer essa informação de forma clara e precisa.
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