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Imagem referente a PF já fez 163 operações contra exploração sexual infantil este ano
© Foto Divulgação/PF

PF já fez 163 operações contra exploração sexual infantil este ano

A Polícia Federal (PF) deflagrou, de janeiro a maio deste ano, em todo o país, 163 operações de combate a abusos e exploração sexual de crianças......

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Por CGN

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Imagem referente a PF já fez 163 operações contra exploração sexual infantil este ano
© Foto Divulgação/PF

A Polícia Federal (PF) deflagrou, de janeiro a maio deste ano, em todo o país, 163 operações de combate a abusos e exploração sexual de crianças e adolescentes. Até o momento, 108 pessoas foram presas, 37 vítimas foram identificadas e 255 mandados de busca e apreensão foram cumpridos.

Nesta quinta-feira (18), Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, foram deflagradas oito operações: em Campina Grande e Patos, na Paraíba; São José dos Campos, em São Paulo; Paranaguá e Ponta Grossa, no Paraná; Florianópolis; Porto Velho e Rio de Janeiro.

Em nota, a PF afirma que a pornografia infantojuvenil é uma “grave violação dos direitos humanos e causa danos irreparáveis às vítimas”, e que, diante da “sofisticação e do crescimento” desse tipo de crime, criou uma força-tarefa capacitada para identificar crianças que forem vítimas e abusadores, por meio da análise das imagens compartilhadas pela internet.

A Polícia Federal informa que há também parcerias com agências nacionais e internacionais, como Interpol e Europol, para o compartilhamento de informações e o estabelecimento de estratégias conjuntas, o que torna possível rastrear as origens do material, identificar as rotas de distribuição e prender os envolvidos em diferentes países.

“É importante ressaltar que a atuação da PF no combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes não se restringe apenas à investigação e à repressão dos criminosos. Ela também se preocupa com o resgate e a proteção das vítimas desse tipo de exploração”, diz ainda a nota da PF.

Ações

Em Campina Grande, foi identificado um suspeito de armazenar e compartilhar arquivos de fotos e vídeos com material de abuso infantil, no período de dezembro de 2021 a maio de 2022.

Em Patos, a Operação Lobo teve como ponto de partida uma comunicação da polícia australiana sobre vídeos publicados em fóruns da darkweb (conjunto de sites ocultos na internet, aos quais só se tem acesso por determinado navegador), em que um brasileiro é suspeito de abusar sexualmente de uma criança. O homem foi identificado, reside na cidade de Cajazeiras e é acusado também de ter comercializado registros de sexo explícito ou pornografia com crianças ou adolescente, bem como de estupro de vulnerável.

Outro caso investigado pela PF foi em São José dos Campos, onde um homem, que mantinha diálogos em aplicativos de mensagens para obter imagens de pornografia infantojuvenil, é suspeito de participar da produção de conteúdos desse tipo.

Em Paranaguá, são investigados “dezenas de suspeitos” de atuar na venda, compartilhamento e aquisição de conteúdo pornográfico infantojuvenil. Segundo a PF, os criminosos comercializavam e trocavam arquivos nas redes sociais e, posteriormente, migravam para grupos fechados de aplicativos de mensagens.

A unidade da PF em Ponta Grossa investigou – nos municípios de Palmeira e Campo Largo, também no Paraná – um grupo de pessoas que fazia download e compartilhava imagens com conteúdo sexual infantil.

Deflagrada em Florianópolis, a Operação Double Face prendeu um homem em flagrante, suspeito de armazenar e divulgar material de abuso e exploração sexual infantojuvenil pela internet. Em Porto Velho, a Operação Accumulator foi deflagrada após os investigadores encontrarem materiais similares produzidos por um usuário da internet residente em Ji-Paraná, em Rondônia.

No Rio de Janeiro, um homem de 21 anos foi preso com vídeos e fotos de abuso sexual infantil, em meio ao cumprimento de mandado de busca e apreensão em Seropédica, município da Baixada Fluminense. O homem compartilhou vídeos e fotos de sexo envolvendo crianças e adolescentes na rede mundial de computadores.

Fonte: Agência Brasil

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