CGN
Acesse aqui o Discover e busque as mais lidas por mês!
Imagem referente a Homem que abusou de filha e da sobrinha é condenado a 52 anos de prisão
Imagem Ilustrativa

Homem que abusou de filha e da sobrinha é condenado a 52 anos de prisão

Em Joinville, na região Norte do estado, um homem denunciado por estupro de vulnerável pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) foi condenado a 52 anos,...

Publicado em

Por Silmara Santos

Publicidade
Imagem referente a Homem que abusou de filha e da sobrinha é condenado a 52 anos de prisão
Imagem Ilustrativa

O réu abusava sexualmente da filha e da sobrinha, ambas menores de 14 anos de idade, em sua residência quando ficava sozinho com elas. Além de praticar os atos libidinosos, ele as ameaçava para que não contassem o que acontecia. O crime ocorreu entre os anos de 2020 e 2021.

Em Joinville, na região Norte do estado, um homem denunciado por estupro de vulnerável pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) foi condenado a 52 anos, 10 meses e 20 dias de reclusão em regime fechado e a pagar R$ 10 mil a título de reparação a cada uma de suas vítimas – a filha e sobrinha, ambas menores de 14 anos. Na sentença, a Justiça declarou, ainda, a incapacidade do réu para o exercício do poder familiar em relação a uma das vítimas, a sua filha. 

De acordo com a ação penal, no período entre os anos de 2020 até 2021, no interior da residência localizada na Zona Industrial Norte, em Joinville, o réu, por ser pai da vítima, aproveitava os momentos em que ficava a sós com ela quando o visitava durante os finais de semana, fazia com que se sentasse em seu colo e, em seguida, a beijava enquanto passava as mãos em seu corpo. 

Da mesma forma e na mesma residência, o réu também abusava sexualmente de sua sobrinha, menor de 14 anos de idade. O acusado, tio e padrinho da vítima, ao recebê-la em sua casa em dias de semana, enquanto estava sozinho com ela, fazia-a sentar-se em seu colo e a beijava enquanto passava as mãos nas partes íntimas dela. Para que não descobrissem o seu ato criminoso, ele ameaçava a vítima dizendo que, caso contasse para alguém, algo aconteceria com sua irmã. 

Para o Promotor de Justiça Germano Krause de Freitas, “essa condenação reflete mais uma vez a necessidade de que qualquer suspeita de abuso sexual infanto-juvenil, seja acionada a rede de proteção, mediante a comunicação do fato aos órgãos competentes, tais como Conselho Tutelar, Delegacia de Polícia e Ministério Público”.

O réu permaneceu preso durante todo o transcorrer do processo e foi negado a ele o direito de recorrer em liberdade.

Fonte: Coordenadoria de Comunicação Social do MPSC – Correspondente Regional em Joinville

Veja Mais

Whatsapp CGN 9.9969-4530 - Canal direto com nossa redação

Envie sua solicitação que uma equipe nossa irá atender você.


Participe do nosso grupo no Whatsapp

ou

Participe do nosso canal no Telegram

AVISO
agora
Plantão CGN