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Ibovespa tem instabilidade com NY e à espera do arcabouço, apesar de otimismo com China

“Os mercados oscilam perto da estabilidade, estão em compasso de espera. Tem o livro Bege dos EUA, que provavelmente trará alguma volatilidade. Na China, sairão dados...

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Por Agência Estado

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O Ibovespa opera com instabilidade nesta segunda-feira, 17, em meio à espera dos investidores pelas divulgações da semana. Aqui no Brasil há a expectativa de envio do arcabouço fiscal ao Congresso, que diferentemente do informado antes, ocorrerá na terça-feira, segundo o líder do governo na Câmara, deputado José Guimarães (PT-CE). No exterior, sai o Livro Bege dos Estados Unidos, com um resumo das condições econômicas do país, além de indicadores da China. As bolsas norte-americanas também têm pouco fôlego.

“Os mercados oscilam perto da estabilidade, estão em compasso de espera. Tem o livro Bege dos EUA, que provavelmente trará alguma volatilidade. Na China, sairão dados de atividade. Temos de acompanhar bem de perto os preços das commodities. Além disso, o que mais importa aqui é a questão política, em meio à espera da apresentação do arcabouço fiscal”, diz Guilherme Paulo, da Manchester Investimentos.

Exatamente a estimativa de crescimento maior do PIB chinês no primeiro trimestre, que sai hoje à noite, é um dos fatores a permitir valorização das ações ligadas a commodities, ainda que essas caiam hoje. O petróleo recua em torno de 0,60% e o minério de ferro em Dalian fechou em baixa de 0,06%. As ações da Vale subiam 0,46% e as da Petrobras tinham elevação de 0,84% (PN) e ON tinha 0,07%.

“A China chama atenção positivamente. O PIB do país, que sai à noite, vai ser uma chave importante. E o arcabouço jogado para amanhã não é positivo, mas o cenário externo de dólar está fazendo preço. E vale lembrar que tem espaço para realização tanto em bolsa quanto no dólar”, avalia o estrategista-chefe do Grupo Laatus, Jefferson Laatus.

O Ibovespa saltou 5,41% na semana passada e o dólar, depois de furar o nível de R$ 5 no fechamento da quarta-feira, encerrou o período em queda de 2,83%.

“Após um período de ganhos relevantes, é possível uma pausa no rali em meio à redução do otimismo global e incertezas internas em torno da agenda econômica”, cita em nota o economista Silvio Campos Neto, sócio da Tendências Consultoria.

Na sexta-feira, o Ibovespa fechou em baixa de 0,17%, aos 106.279,37 pontos. “Torcemos para que busque o patamar dos 110 mil pontos ou pelo menos se aproximar um pouco para ganhar consistência de curto prazo, mas o político e o arcabouço ainda pesam sobre os investidores”, avalia o economista Álvaro Bandeira, em comentário matinal.

Lá fora, continua o temor de uma recessão nos Estados Unidos. “Essa foi a toada do fim da semana que passou, com investidores apreensivos com o ritmo de desaceleração da economia americana. Ao mesmo tempo, indicadores de expectativas de inflação sinalizaram que famílias ainda esperam preços pressionados adiante – colocando mais incertezas sobre o fim do processo de alta de juros nos EUA”, avalia em nota Rachel de Sá, chefe de economia da Rico Investimentos. A agenda externa ganhará força a partir de amanhã com uma série de balanços nos Estados Unidos.

Às 11h39, o Ibovespa cedia 0,21%, aos 106.057,43 pontos, após subir 0,52%, na máxima aos 106.829,81 pontos.

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