Reunidos no Japão, diplomatas do G7 rejeitam agressões de China, Coreia do Norte e Rússia
A guerra da Rússia na Ucrânia consumiu grande parte da agenda de hoje dos chefes de Relações Exteriores do G7, que se reuniram na cidade japonesa...
Publicado em
Por Agência Estado
Os principais diplomatas do G7 prometeram nesta segunda-feira, 17, uma posição dura em reação às crescentes ameaças da China a Taiwan e a testes de mísseis de longo alcance pela Coreia do Norte, ao mesmo tempo em que avaliaram formas de ampliar o apoio à Ucrânia e punir a Rússia por sua invasão do país vizinho.
A guerra da Rússia na Ucrânia consumiu grande parte da agenda de hoje dos chefes de Relações Exteriores do G7, que se reuniram na cidade japonesa de Karuizawa para conversas destinadas a preparar o caminho para eventuais novas iniciativas por parte dos líderes do grupo, que irão se encontrar em Hiroshima no próximo mês.
O mundo está em um “ponto de inflexão” no que diz respeito ao conflito na Ucrânia e deve “rejeitar com firmeza as tentativas unilaterais de mudar o status quo pela força, a agressão da Rússia contra a Ucrânia e suas ameaças de uso de armas nucleares”, disse o ministro das Relações Exteriores do Japão, Yoshimasa Hayashi, a seus pares, de acordo com o governo japonês.
Para a delegação norte-americana, o encontro ocorre em um momento crucial da resposta mundial à invasão da Ucrânia pela Rússia e dos esforços para lidar com a China, dois temas que os ministros do G7 de Japão, EUA, Reino Unido, França, Alemanha, Canadá, Itália e União Europeia veem como grandes desafios para a ordem internacional baseada em regras estabelecidas após a Segunda Guerra Mundial.
Um alto funcionário dos EUA que acompanha no Japão o secretário de Estado americano, Antony Blinken, disse a repórteres que o objetivo do governo americanos para as negociações é reforçar o apoio à Ucrânia, incluindo uma grande iniciativa para infraestrutura de energia ucraniana, lançada nas reuniões do G7 do ano passado na Alemanha, assim como garantir a prestação contínua de assistência militar a Kiev.
Aumentar a punição contra a Rússia, principalmente por meio de sanções econômicas e financeiras, também será uma prioridade, disse o funcionário americano. Fonte: Associated Press.
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