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Rui Costa: Dois blocos criados têm partidos da base e não são para enfrentar governo

“Trata-se de uma articulação interna da Câmara e os dois blocos criados têm partidos que são da base, que fizeram campanha para Lula no primeiro e...

Publicado em

Por Agência Estado

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O ministro da Casa Civil, Rui Costa, seguiu a avaliação de outros integrantes do Executivo e afirmou hoje que a criação de dois blocos na Câmara dos Deputados que, juntos, somam 315 parlamentares, não foram formados para enfrentar o governo. Costa apontou que os dois grupos têm partidos da base do governo, apoiadores de Lula na eleição presidencial, e que a estratégia dos parlamentares diz respeito à articulação interna da Câmara.

“Trata-se de uma articulação interna da Câmara e os dois blocos criados têm partidos que são da base, que fizeram campanha para Lula no primeiro e segundo turno, portanto, não se caracterizam como blocos para enfrentar o governo. Apenas faz parte da articulação democrática e legítima do Parlamento pela disputa do poder interno da Câmara, nada demais”, disse o ministro à imprensa após cumprir agenda em Salvador, em visita a um residencial do Minha Casa, Minha Vida.

Ontem, o ministro da Secretaria de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, descartou ter havido erro de articulação política do governo com a adesão de siglas governistas, como PSB, Solidariedade e PDT, ao bloco liderado pelo presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL). O grupo é capitaneado por PP e União Brasil, partidos do Centrão que não fazem parte, pelo menos formalmente, da base aliada.

O superbloco encabeçado por Lira, anunciado na quarta, 12, tem 173 deputados e inclui PDT, PSB, Solidariedade, Avante, Patriota e a federação PSDB-Cidadania. O grupo foi criado após o anúncio da aliança do Republicanos com PSD, MDB, Podemos e PSC, que soma 142 parlamentares e será a segunda maior força da Câmara.

Arcabouço
Costa ainda reafirmou que a proposta do novo arcabouço fiscal será assinada e enviada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta segunda-feira, 17, e voltou a dizer que não há tributação nova no cerco do Ministério da Fazenda as empresas de e-commerce internacionais, em especial as chinesas.

“O que vai se fazer é fiscalização para que, quem estiver fora da lei existente, se adapte à lei existente. Tem muito ruído de comunicação, porque as empresas que fazem isso já procuraram o Ministério da Fazenda para se adequar e ajustar suas prestações de conta a lei existente”, declarou.

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