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Imagem referente a Brasileiras são presas após terem malas trocadas por bagagem com drogas
Foto: Câmera de segurança/TV Anhanguera

Brasileiras são presas após terem malas trocadas por bagagem com drogas

O contato das goianas com o Brasil foi feito até agora basicamente com a advogada, e somente por telefone fixo porque o presídio não permite videochamadas....

Publicado em

Por Isabella Chiaradia

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Imagem referente a Brasileiras são presas após terem malas trocadas por bagagem com drogas
Foto: Câmera de segurança/TV Anhanguera

Duas brasileiras, vindas do estado de Goiás, estão presas na Alemanha desde o dia 05 de março após terem as malas trocadas por bagagem com drogas. Elas relataram à advogada que estão passando muito frio e solidão nas celas de uma penitenciário em Frankfurt.

O contato das goianas com o Brasil foi feito até agora basicamente com a advogada, e somente por telefone fixo porque o presídio não permite videochamadas.

Uma das mulheres é veterinária e a outra é personal trainer. Elas viajaram no início de março para conhecerem Berlim e outros países na Europa, mas acabaram detidas.

As goianas faziam escala em Frankfurt com destino a Berlim, quando foram presas, e as bagagens delas não foram encontradas até hoje. Com a prisão delas, em 5 de março, a Polícia Federal começou a investigar o caso e achou indícios de que elas não estavam levando cocaína para a Alemanha.

Com a apuração, a polícia descobriu que funcionários terceirizados do Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, trocavam etiquetas de malas para enviar droga para o exterior. Na terça-feira (4), a polícia prendeu seis investigados.

As autoridades alemãs disseram que há fortes indícios de que as brasileiras são mesmo inocentes, mas querem ter acesso a todos os vídeos obtidos pela Polícia Federal e ao inquérito completo, com a prisão dos suspeitos, antes de soltá-las.

A superintendente da Polícia Federal em Goiás, Marcela Rodrigues, disse que há indícios de que as goianas não eram donas das malas com cocaína.

“Elas embarcaram com malas contendo menos de 20kg e foi identificado no aeropoto da Alemanha 20kg de entorpecentes em cada uma das bagagens. Elas afirmaram que as malas não eram delas”, esclareceu a delegada.

Além das goianas presas, há uma outra mulher que saiu de Goiânia com destino à França e também teve a mala trocada no Aeroporto de Guarulhos. Neste caso, a mulher não foi presa.

Elas tiveram a prisão mantida pela Justiça de Frankfurt após audiência no dia 5 de abril, dia em que completam um mês detidas numa penitenciária feminina da cidade.

Segundo o gabinete de Assuntos Internacionais de Goiás, que acompanha o caso, um juiz alemão pediu que as provas obtidas pela Polícia Federal durante a investigação sejam enviadas pelo Ministério da Justiça e pelo Itamaraty.

Durante a audiência, o juiz disse que a PF já enviou o inquérito por adida aduaneiro, que é a pessoa que representa o Brasil em assuntos técnicos e de negociação internacional, mas, além dessas provas já enviadas, ele pediu as informações sobre a investigação e o inquérito dos presos na operação da PF.

Fonte: G1

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