CGN
Acesse aqui o Discover e busque as mais lidas por mês!
Imagem referente a Homem é sentenciado a 17 anos de prisão após matar namorada e jogar em rio
Imagem Ilustrativa: Pixabay

Homem é sentenciado a 17 anos de prisão após matar namorada e jogar em rio

O corpo da mulher nunca foi encontrado ...

Publicado em

Por Silmara Santos

Publicidade
Imagem referente a Homem é sentenciado a 17 anos de prisão após matar namorada e jogar em rio
Imagem Ilustrativa: Pixabay

Em sessão realizada na última sexta-feira (10), o Tribunal do Júri da Comarca de Concórdia acolheu a tese apresentada pelo Promotor de Justiça Luis Otávio Tonial, que representou o Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) em plenário, e condenou o homem que estrangulou a namorada até a morte e jogou o corpo no rio Uruguai.

O réu foi sentenciado a cumprir 17 anos e quatro meses de reclusão, em regime inicial fechado, por homicídio quadruplamente qualificado por motivo torpe, asfixia, dissimulação e feminicídio, e pelo crime de ocultação de cadáver. Ele também deverá pagar R$ 50 mil à família da vítima pelos danos morais sofridos.

Entenda o caso

Conforme a denúncia, o relacionamento entre o réu e a vítima era conturbado, pois ele sentia muito ciúme dela, fato que resultava em muitas brigas. Cansada da situação, ela estava determinada a terminar o relacionamento.

Entretanto, na noite do dia 2 de dezembro de 2021, o réu foi ao encontro da vítima na saída do trabalho e, agindo com normalidade, fez com que ela o acompanhasse até sua residência. Na sequência, já dentro da casa, ele a estrangulou, envolvendo seu pescoço com um cinto, impedindo que ela respirasse.

Ocultação de cadáver

No outro dia, 3 de dezembro de 2021, após matar a namorada, ele enrolou o corpo dela em um lençol, colocou em seu carro e levou até o interior do município de Alto Bela Vista. Uma câmera de videomonitoramento localizada na residência do réu flagrou o momento em que ele estava com a vítima em seus braços, envolta no lençol, segundos antes de colocá-la dentro do automóvel.

Ao chegar na margem do rio Uruguai, amarrou pedras ao corpo dela e soltou na água. O corpo submergiu e nunca foi encontrado.

Recurso

Cabe recurso da sentença, mas ao réu foi negado o direito de recorrer em liberdade.

Fonte: Coordenadoria de Comunicação Social – Correspondente Regional em Chapecó

Veja Mais

Whatsapp CGN 9.9969-4530 - Canal direto com nossa redação

Envie sua solicitação que uma equipe nossa irá atender você.


Participe do nosso grupo no Whatsapp

ou

Participe do nosso canal no Telegram

AVISO
agora
Plantão CGN