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Imagem referente a Tragédia em Jandaia do Sul: Pai cobra responsabilidade de motoristas de transporte escolar
Reprodução

Tragédia em Jandaia do Sul: Pai cobra responsabilidade de motoristas de transporte escolar

Família enlutada fala sobre acidente fatal...

Publicado em

Por Redação CGN

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Imagem referente a Tragédia em Jandaia do Sul: Pai cobra responsabilidade de motoristas de transporte escolar
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Uma tragédia abalou a cidade de Jandaia do Sul, no norte do Paraná, nesta quinta-feira (9), quando um ônibus escolar da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) foi atingido por uma composição férrea, causando a morte de duas meninas adolescentes e deixando pelo menos seis crianças feridas. Entre as vítimas fatais estava Kimberly Caroline Ribeiro Pimenta, de apenas 15 anos, filha de Adriano Salenta Pimenta, que conversou com a equipe do site TNOnline durante o velório da filha.

Pai inconsolável cobra responsabilidade dos motoristas de transporte escolar

Adriano estava próximo do local do acidente e encontrou a filha sem vida. Inconformado, ele disse que a obrigação do motorista era ter parado no cruzamento. Ele cobra mais preparo emocional dos motoristas que atuam no transporte escolar e questiona se o motorista envolvido no acidente estava devidamente preparado para transportar crianças.

“Será que ele estava preparado mentalmente para transportar crianças? Tem que preparar bem a mente de um motorista. Ele era calmo? Agitado? Será que estava preparado? É importante saber se um motorista que transporta crianças está preparado mentalmente ou não. Há mais de 10 anos minha filha fazia o mesmo trajeto de ônibus, pegava e deixava ela na porta de casa. Uma negligência que custou a vida das nossas crianças e deixou feridos”, desabafa.

Pai descobre morte da sobrinha no hospital

Além da filha, Adriano também perdeu a sobrinha Maria Vitória Gomes Ferreira, de 11 anos. Ele e a família acreditavam que a criança estava internada no Hospital da Providência, porém descobriram na unidade que a menina havia morrido no local da batida. A irmã gêmea dela e o irmão, de 13 anos, seguem internados em estado grave.

“Na hora que cheguei no acidente, eu vi só minha filha morta, não havia encontrado o corpo da Maria. Eu e minha família fomos até o hospital para ter notícias e descobrimos que ela estava morta, que só os irmãos estavam internados. Duas pessoas da mesma família mortas”, lamenta.

Motorista do ônibus é ouvido pela polícia

O motorista do ônibus da Apae foi ouvido e liberado pela Polícia Civil. De acordo com informações do delegado Carlos Paravidino Machado, o homem, de 43 anos, relatou que não viu o trem se aproximar por causa do mato alto nas imediações da linha férrea. O condutor do ônibus também afirmou que não ouviu o sinal sonoro ao se aproximar.

Com informações do site TNOnline.

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