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Holanda restringe acesso da China à tecnologia de chips

A Holanda é a maior produtora mundial de componentes e maquinários-chave para a fabricação de microprocessadores. O país estava sob pressão dos EUA para adotar restrições...

Publicado em

Por Agência Estado

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O governo da Holanda impôs nesta quinta, 9, restrições adicionais à exportação de máquinas que fabricam chips de processadores avançados, juntando-se a um esforço dos EUA para limitar o acesso da China aos materiais usados na produção de chips.

A Holanda é a maior produtora mundial de componentes e maquinários-chave para a fabricação de microprocessadores. O país estava sob pressão dos EUA para adotar restrições semelhantes às impostas pelo governo americano, no ano passado.

Os detalhes do que a Holanda e o Japão fecharam com os EUA em janeiro, para limitar as vendas para a China, vieram a público na quarta-feira. Agora, as empresas terão de solicitar licenças para exportar essa tecnologia.

Segundo a ministra do Comércio da Holanda, Liesje Schreinemacher, as medidas “cirúrgicas” incluiriam apenas sistemas de especificação muito alta, que podem fazer os chips menores e mais poderosos, incluindo algumas das ferramentas de litografia de imersão profunda (DUV) fabricadas pela empresa holandesa ASML.

Os EUA convenceram seus aliados holandeses e japoneses, que produzem tecnologia essencial para fabricação de chips, a não exportar para a China maquinário mais avançado que poderia ser usado em armas e máquinas sofisticadas.

O premiê da Holanda, Mark Rutte, visitou o presidente dos EUA, Joe Biden, em janeiro, quando trataram da questão das máquinas de chips avançadas fabricadas pela ASML.

Disputa

Analistas consideram a decisão uma vitória do governo americano na disputa entre EUA e China para dominar a produção mundial de chips. Os semicondutores são minúsculos processadores no centro da tecnologia de celulares, carros autônomos, computação avançada, drones e equipamentos militares.

No ano passado, os EUA aprovaram a Lei dos Chips, um pacote de US$ 52 bilhões para estimular a indústria americana, reduzir a dependência de países asiáticos e manter o país à frente da China na corrida tecnológica. (COM AGÊNCIAS INTERNACIONAIS)
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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