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Não há outro remédio

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Talvez este fim de semana esteja sendo o momento mais decisivo da guerra mundial contra a epidemia do novo coronavírus desde que ele extrapolou as fronteiras da China, onde surgiu em dezembro passado, e espalhou-se pelo planeta.

Assim como o Brasil, dezenas de outros países em todos os continentes, assustados com a mortandade provocada pela doença na Itália e seu avanço célere na França, Espanha e Estados Unidos, aumentaram o grau de rigor das medidas que se revelaram até agora mais eficazes para achatar a curva de ascensão da pandemia e evitar o colapso dos sistemas de saúde.

O receituário básico é um só: fechamento de fronteiras, quarentena da população em confinamento domiciliar, paralisação total do comércio (com exceção dos serviços essenciais), restrição máxima à mobilidade urbana e até mesmo bloqueio dos acessos a cidades.

Ainda sem um medicamento específico para tratar os infectados e sem previsão de uma vacina no curto prazo, o combate ao vírus se resume, essencialmente, a manter o isolamento social no tempo estabelecido pelas autoridades sanitárias.

Ou seja, fiquemos em casa.

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