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Índice de estoques da FecomercioSP cai 2,4% em fevereiro

A proporção de empresários consultados que consideram a situação dos seus estoques adequados passou de 57,2% para 55,7% entre janeiro e fevereiro. Entre os que consideram...

Publicado em

Por Agência Estado

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O Índice de Adequação do Estoques (IE) do comércio paulistano caiu 2,4% na margem em fevereiro, após queda de 1,4% em janeiro, informou a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). Na comparação com igual mês de 2022, houve queda de 7,0%. Com o resultado, o IE foi a 111,8 pontos, o menor nível desde setembro (111,6 pontos).

A proporção de empresários consultados que consideram a situação dos seus estoques adequados passou de 57,2% para 55,7% entre janeiro e fevereiro. Entre os que consideram ter estoques inadequados, a FecomercioSP apurou avanço entre os que acreditam ter estoques além do adequado (27,2% para 28,2%) e aquém (15,4% para 15,7%).

Porte

O IE caiu 2,3% entre as empresas de pequeno porte e 7,6% entre as de grande porte. Na amostra analisada pela FecomercioSP, 55,6% das pequenas empresas consideravam ter estoques adequados, ante 57,0% em janeiro. Nas de grande porte, a proporção recuou de 63,7% para 58,9%.

Nas pequenas empresas, a proporção dos empresários que consideravam ter mais estoques acima do adequado subiu de 27,3% para 28,3% e abaixo, de 15,4% para 15,7%. Nas grandes, as percepções avançaram de 20,9% para 24,4% e de 15,4% para 16,7%, respectivamente.

Setor

Nas aberturas por setores, as empresas de bens semi duráveis (-10,8%) e duráveis (-2,1%) puxaram a queda do IE, contra avanço nas empresas de bens não duráveis (1,5%).

Entre as companhias de bens semi duráveis 43,6% dos empresários consideram ter estoques adequados (ante 48,9%), enquanto 24,4% consideram ter estoques além do adequado (ante 22,2%) e 31,2% aquém do adequado (28,2%).

Nos bens duráveis, a percepção de adequação abrangeu 61,1% dos empresários (ante 62,6%). Os que consideram estoques acima do ideal foram 26,6% (ante 24,5%) e abaixo, 12,1% (ante 13,0%).

Entre as empresas de bens não duráveis, 58,3% viam a situação como adequada (ante 57,4%) e 32,8% acima do nível adequado (ante 33,7%). O patamar dos que viam os estoques abaixo do adequado se manteve estável, em 8,9%.

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