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Imagem referente a Segundo Sintropar, produtos de primeira necessidade não devem faltar se não houver histeria da população
Armazém do Campo vende produtos orgânicos, em Campos Elísios, região central de São Paulo.

Segundo Sintropar, produtos de primeira necessidade não devem faltar se não houver histeria da população

Após os decretos estaduais e municipais, parte da população começou a encher os carrinhos para não ficar sem nada durante o período.... ...

Publicado em

Por Fábio Wronski

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Imagem referente a Segundo Sintropar, produtos de primeira necessidade não devem faltar se não houver histeria da população
Armazém do Campo vende produtos orgânicos, em Campos Elísios, região central de São Paulo.

Com a notícia do início da paralisação no comércio em Cascavel, o que se viu em mercados e farmácias foi uma debandada da população para renovar as ‘despensas’..

Estoques de álcool em gel, máscaras, remédios, papel higiênico foram se findando nas empresas, sendo que muitas pessoas acabaram ficaram sem os produtos.

Mas e agora, há o risco do desabastecimento?

Em maio de 2018, durante a paralisação dos caminhoneiros, muitos produtos foram se findando nas gôndolas dos supermercados.

O produto que teve a maior escassez foi o combustível, sendo que diversos postos ficaram sem os produtos, que teve aumentos consideráveis.

Diante da preocupação com o caso, a equipe da CGN conversou com alguns setores para prever possíveis desabastecimento de produtos.

Transportes

Conforme Vagner de Souza Pinto, presidente do Sintropar – Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas e Logística Oeste, os caminhoneiros e transportadoras seguem com os trabalhos para que os setores de primeira necessidade não fiquem desabastecidos.

“Não mudou quase nada na questão dos transportes. Não há paralisação e também nenhum movimento para que os trabalhadores parem com os serviços. O que se pede e também é orientado é para que a higienização e o cuidado sejam constantes, para evitar contaminações”, relatou Vagner.

Em relação a uma possível ausência de produtos, o presidente do Sintropar relatou que só haverá a escassez de itens de primeira necessidade se a população tiver ações de histeria por parte da população.

“Bom, a ausência de produtos só deve acontecer se houver uma histeria da população. As indústrias estão produzindo em menor escala, mas estamos transportando os estoques e também estas demais produções. Os produtos vão chegar, mas vai depender da população o acesso a todas as pessoas. O que não pode acontecer é a população se exceder nas compras e levar estoques. Pessoas que tenham o maior poder aquisitivo vão levar mais produtos e uma hora vai faltar para as que não têm muitas condições. Se todos continuarem comprando como fazem normalmente, nestes 15 dias não deveria faltar muita coisa”, afirmou Vagner de Souza Pinto.

Conforme ao aumento dos preços dos produtos, Vanger relatou que até o momento não há uma justificativa para ações deste tipo, pois o transporte de itens ainda é o do que foi produzido antes dos decretos e os preços dos fretes seguem sem alteração.

“O que pode acontecer é um aumento em relação a oferta e a procura, mas não há alteração nos preços dos fretes. Os aumentos não seriam ilegais, mas imorais”.

O Sindicato também destaca que ações podem ser realizadas para beneficiar o trabalho dos transportadores e, assim, suprir a necessidade da população na questão do abastecimento.

“O que costuma atrasar, devem agilizar. Caminhão não pode ficar parado em porto. As empresas devem trabalhar com agilidade para o recebimento dos produtos”, finalizou Vagner.

Durante o repasse de informações sobre o decreto, a Prefeitura afirmou que iria fiscalizar a venda de produtos para que não ocorresse esta compra em grande escala por parte das pessoas.

A ação seria fiscalizada pela Prefeitura, mas o formato da fiscalização não foi repassado pela administração que, a princípio, seria realizada pelas próprias empresas.

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