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Opinião

Tête-à-tête com Moro

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Com todas as atenções e homenagens que lhe são merecidamente devidas, o ministro Sergio Moro estará em Foz do Iguaçu entre os dias 4 e 7 para participar da 50ª Reunião de Ministros da Justiça e 44ª Reunião de Ministros do Interior e da Segurança do Mercosul, que terá lugar no auditório da Itaipu.

O evento vai debater a ampliação de mecanismos de cooperação internacional para o combate ao narcotráfico, ao tráfico de armas e ao crime organizado, especialmente ao longo das fronteiras dos países que integram o bloco econômico.

Depois do encerramento do encontro, no final da tarde de quinta-feira, o ex-juiz da Operação Lava Jato desloca-se para o espaço Quinta das Marias onde fará palestra para um seleto grupo de convidados, promovida, entre outras entidades, pela Coordenadoria das Associações Comerciais e Empresariais do Oeste do Paraná.

Ainda em Foz, já na sexta-feira, são esperados mais de 300 empresários e lideranças do setor produtivo regional no 5º Congresso da Caciopar e 6° Fórum do Programa Oeste em Desenvolvimento, que acontecem simultaneamente na sede da Associação Comercial e Industrial.

Constam da agenda a implementação de vários projetos estratégicos de importância fundamental para o crescimento socioeconômico da região e as cerimônias de entrega do Selo Investidor Oeste do Paraná, anúncio e premiação do concurso Caciopar Mulher Empreendedora, apresentação do Plano de Trabalho do POD para 2020 e assinatura do Pacto pela Inovação do Oeste do Paraná.

Fechando a programação, o general Joaquim Luna e Silva, diretor geral brasileiro da Itaipu Binacional, vai discorrer sobre o tema “Olhando para o futuro pós 2023”.

Tão logo assumiu, em fevereiro, o comando da margem brasileira da hidrelétrica, Silva e Luna designou técnicos da empresa para integrar o grupo de trabalho do Ministério de Minas e Energia que estuda a revisão do Tratado de Itaipu.

Em 2023, o documento completa 50 anos, e seu Anexo C – que trata da parte financeira do acordo – será reavaliado por brasileiros e paraguaios, visando a atualização das bases para comercialização da energia produzida pela usina, assunto que vai exigir negociações exaustivas e muitos esforços diplomáticos de lado a lado.

Vale destacar, a propósito, que uma “nova” Itaipu começou a ser concebida quando o presidente Jair Bolsonaro colocou o ex-ministro da Defesa à frente da binacional.

Desde então, Silva e Luna vem adotando uma política de austeridade que mudou a gestão da usina e passou a ser exemplo de boa administração no setor público, alcançando, em apenas oito meses, uma economia de 600 milhões de reais.


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