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Imagem referente a Prefeitura ainda não pagou valor total para construtora que executou reparos em cobertura de ginásio de escola em 2013

Prefeitura ainda não pagou valor total para construtora que executou reparos em cobertura de ginásio de escola em 2013

O contrato foi firmado no valor de R$ 20.986,57, sendo que a empresa apenas recebeu R$ 13.881,37; o pagamento do restante está tramitando na justiça......

Publicado em

Por Paulo Eduardo

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Imagem referente a Prefeitura ainda não pagou valor total para construtora que executou reparos em cobertura de ginásio de escola em 2013

Uma construtora que moveu ação judicial em 2013 contra o Município de Cascavel e teve decisão favorável ainda não conseguiu receber o valor determinado pela justiça.

De acordo com o documento, a prefeitura abriu uma licitação no dia 07 de maio de 2013 para a contratação de uma empresa que faria reparos na cobertura do ginásio da Escola Maria Montessori, no Bairro Coqueiral.

“Vencidos os trâmites legais, a autora foi declarada vencedora com o valor global de R$ 20.986,57 (vinte mil, novecentos e oitenta e seis reais e cinquenta e sete centavos), sendo então firmado o contrato nº 61/2013”, cita o processo.

Porém, após a realização dos reparos na estrutura metálica do ginásio, a prefeitura alegou que não foi necessária a realização de todos os serviços licitados e que em virtude disso, pagaria somente o valor de R$ 13.881,37.

Ainda de acordo com o documento, a construtora aceitou o valor pago pela prefeitura, mas fez o pedido do restante (R$ 7.105,20), referentes a diferença do valor contratado e do valor pago.

O município, por sua vez, contestou o pedido do pagamento da diferença.

“O valor cobrado não corresponde a execução dos serviços e ainda demonstram enriquecimento sem causa, posto que a licitação objetivada a realização dos itens necessários para a recuperação da cobertura metálica do ginásio, e não necessariamente a troca de toda estrutura”.

Em julho de 2017, a justiça condenou a prefeitura a pagar os R$ 7.105,20 em razão do valor definido em contrato, além de correção monetária.

Durante o passar dos anos, entre juntada de documentos e demais trâmites necessários, apenas em outubro de 2019 houve a expedição do termo de penhora, com valor definido em R$ 9.486,92

Contudo, a prefeitura entrou com recurso e contestou o pedido de pagamento do valor solicitado, pois não foram informados os cálculos realizados para a cobrança citada.

Assim, a justiça determinou que novos cálculos sejam refeitos e apresentados para que haja uma definição sobre o caso.

A CGN entrou em contato com a prefeitura mas a secretária de comunicação não está preparada para falar sobre o assunto. A reportagem aguarda uma posição.

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