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PGR denuncia mais cinco ao Supremo por invasão e depredação da Câmara

Eles vão responder por cinco crimes: golpe de Estado, associação criminosa armada, tentativa de abolir o Estado Democrático de Direito e dano qualificado por violência e...

Publicado em

Por Agência Estado

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A Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou nesta quarta-feira, 25, mais cinco pessoas por envolvimento nos atos golpistas que aconteceram em Brasília no dia 8 de janeiro. Os denunciados participaram da invasão e da depredação do prédio da Câmara dos Deputados.

Eles vão responder por cinco crimes: golpe de Estado, associação criminosa armada, tentativa de abolir o Estado Democrático de Direito e dano qualificado por violência e grave ameaça, com emprego de substância inflamável, contra o patrimônio da União.

A denúncia é assinada pelo subprocurador-geral da República Carlos Frederico Santos, chefe do Grupo Estratégico de Combate aos Atos Antidemocráticos, criado para coordenar as investigações sobre os atos de vandalismo na Praça dos Três Poderes.

“Uma vez dentro do Congresso, os cinco denunciados teriam quebrado vidros, móveis, lixeiras, computadores, totens informativos, obras de arte, pórticos, câmeras de circuito fechado de TV, equipamentos de segurança e veículos. Acessaram e depredaram espaços da chapelaria, do Salão Negro, das cúpulas, do museu, móveis históricos e queimaram o tapete do Salão Verde da Câmara dos Deputados, empregando substância inflamável”, afirma a PGR.


O órgão também pediu, como medida cautelar, o bloqueio dos bens e a preservação de dados digitais e de postagens dos denunciados. Isso porque, de acordo com a PGR, novas convocações para mobilizações nacionais foram registradas.

Com a nova cota encaminhada nesta quarta, 25, ao Supremo Tribunal Federal (STF), já são 103 denunciados pelos atos golpistas. Cabe agora ao tribunal decidir se aceita a denúncia e abre uma ação penal.

A PGR tem três investigações abertas sobre os protestos extremistas. Elas foram dividias por núcleos, pata chegar aos financiadores, aos executores e aos ‘autores intelectuais’ dos atos golpistas.

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