
Caso Isabelly: processo está em fase de inquérito e diligências deverão elucidar os fatos
Tendo em vista que o caso gerou bastante repercussão e comoção popular, a advogada comentou sobre as atualizações do caso, tendo em vista as novas diligências...
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Na tarde desta segunda-feira (16) a equipe da CGN conversou com a advogada Suelane Gundim que representa a madrasta de Isabelly de Oliveira Assunção, garotinha de três anos de idade que morreu afogada em uma máquina de lavar roupas em Cascavel no dia 07 de maio.
Tendo em vista que o caso gerou bastante repercussão e comoção popular, a advogada comentou sobre as atualizações do caso, tendo em vista as novas diligências solicitadas pelo Ministério Público.
Suelane ressaltou que o processo ainda está em fase de inquérito e que as autoridades policiais ainda devem se manifestar acerca dos requerimentos formulados pelo MPPR.
Nós temos que aguardar o posicionamento da autoridade policial e diante do resultado destas eventuais diligências que serão juntadas no processo, a defesa poderá se manifestar e, entendendo, realizar requerimentos de diligências para elucidar os fatos.
Suelane Gundim
Celular da madrasta
Quanto as diligências efetuadas no celular da madrasta, Suelane destacou que, na primeira vez em que a mulher esteve na Delegacia, ela entrou, por livre e espontânea vontade o aparelho as autoridades e que, após análise, nada de suspeito foi encontrado e, portanto, o objeto foi devolvido à proprietária.
No entanto, na ocasião do interrogatório complementar, a defesa entendeu que a atitude dos investigadores não foi oportuna, tendo em vista a ausência de ordem judicial que determinasse a vistoria no aparelho: “não cumpre com o devido processo legal […]. Esse aparelho está na Delegacia, se quiser ter acesso para explorar aquilo que está no aparelho, tem que ter uma representação judicial, um requerimento judicial”.
O caso irá a Júri Popular?
Suelane entende que, no momento, não há como afirmar se o caso irá ou não a júri popular, pois, conforme as explicações da defensora, o processo ainda está em fase de investigações.
Ninguém sabe o que exatamente aconteceu. Diligências é pra que todos da sociedade possam, futuramente, ter respostas. O objetivo é chegar na verdade real dos fatos.
Suelane Gundim
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