
Mãe pede ajuda para filha ter parto cesárea ao invés do normal
Bebê está com quase 4kg e a mãe com sangramento desde a ontem (7)...
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Por CGN

A mãe de uma jovem de 21 anos procurou a CGN neste domingo (8) para relatar que precisa de ajuda para a filha, que passa por uma gravidez de “alto risco” por causa de descolamento de placenta e que, segundo ela, que não mostra o rosto com medo de represarias, está tendo negado o direito de fazer o parto cesárea em Cascavel.
Documentos mostram que o bebê está com quase 4kg na barriga da mãe, que com sangramento desde a última sexta-feira (6) e já procurou o Hospital Universitário do Oeste do Paraná (HUOP) duas vezes desde então e foi liberada de volta para casa.
“Ela esteve no HUOP na quinta-feira (5) e pegou o requerimento no qual optou pela cesárea, por causa do tamanho do bebê, que estava com 3,9 quilos. No dia seguinte ela voltou lá e agendou para o dia 19, mas disseram a ela que poderia voltar antes disso caso entrasse em trabalho de parto. Ontem (7) ela teve um sangramento, foi para lá por volta das 13h e ficou até por volta das 18h. Fizeram exames e a mandaram para casa, com 3cm de dilatação. Na madrugada deste domingo (8), por volta das 4h, ela sentiu fortes dores e teve sangramento e contrações. Foi novamente ao HUOP e eles a mandaram para casa de volta, com 4cm de dilatação até então, alegando que o exame ultrassom que ela fez ontem, mostrando 39 semanas e quatro dias de gestação não é válido, pois eles contam a partir do primeiro ultrassom, na qual ela estaria com 38 semanas e quatro dias. Eles alegam que somente a partir de 39 semanas é que pode ser feito a cesárea.
De fato, um documento enviado pela gestante mostra que ela precisou assinar o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido fornecido pelo hospital, no qual ela toma ciência dos riscos do parto cesárea e de que o procedimento deve ocorrer entre 39 semanas e 40 semanas e 6 dias, visando à completa maturidade do feto.
A mãe da gestante teme que os responsáveis estejam se negando a fazer o parto:
“Não sei se estão querendo que ela tenha o parto normal. Ela está com muita dor e cansada de receber ‘não’. Eles ficam arrumando desculpas. Primeiro de que não estaria com 39 semanas, depois que o ultrassom de 39 semanas não era válido. Nosso medo é de que aconteça alguma coisa, pois o bebê é grande e ela é miudinha”.
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