Governo buscará uma solução para as empresas aéreas, diz Bolsonaro
“Vamos agir na questão das áreas, que estão perdendo clientes, vamos deixar quebrar ou vamos apresentar uma alternativa? No meu entender, quebrar é a pior alternativa...
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Por Agência Estado
O presidente da República, Jair Bolsonaro, afirmou que o governo buscará uma solução para as empresas aéreas, afetadas pelos impactos do coronavírus no mundo. O chefe do Planalto citou, porém, que o setor público não tem recurso para liberar “bilhões” a segmentos específicos.
“Vamos agir na questão das áreas, que estão perdendo clientes, vamos deixar quebrar ou vamos apresentar uma alternativa? No meu entender, quebrar é a pior alternativa que existe”, disse Bolsonaro em entrevista à Rádio Bandeirantes.
“Nós não seremos omissos aos reclames da sociedade. A nossa preocupação existe. Agora, nossa economia não é a americana que o Trump anuncia bilhões, bilhões e bilhões de dólares para socorrer esse ou aquele setor. Não temos recursos para isso”, afirmou Bolsonaro.
Conforme o Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) antecipou, a área técnica do governo estuda oferecer às empresas aéreas um mecanismo de adiamento do pagamento de tributos – uma espécie de “waiver”. Além disso, o ministro da Economia, Paulo Guedes, recomendou que as companhias do segmento busquem linhas de crédito disponíveis.
Uma das alternativas apresentadas pelo chefe do Planalto é recuperar os R$ 15 bilhões em recursos que ficariam sob controle do Congresso Nacional.
Na sexta-feira, 13, o governo editou uma medida provisória transferindo R$ 5 bilhões dessa fatia para o guarda-chuva do Executivo e o uso do dinheiro no combate ao coronavírus.
Bares e restaurantes
Bolsonaro afirmou que vai conversar, na tarde desta segunda-feira, 16, com representantes de bares e restaurantes frente à intenção de governadores em restringir o funcionamento desses estabelecimentos.
No Distrito Federal, por exemplo, bares e restaurantes deverão organizar mesas a uma distância de dois metros uma da outra, por determinação do governo distrital. Governadores de Estados discutem outras medidas restritivas para os estabelecimentos.
“É o pessoal que mais sofre, que vai ter um baque agora tendo em vista algumas medidas tomadas por autoridades de Estados que já começaram a prejudicar o lucro deles”, afirmou o presidente.
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